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Abaixo transcrita a Coluna de hoje da COTV, na qual o companheiro Juliano Lopes fala sobre a incoerência entre a informação disseminada pela imprensa burguesa e a realidade que se apura ao ir de fato às ruas. Nesse sentido, salienta o enorme apoio popular às campanhas contra o golpe de Estado e contra a intervenção militar no Rio de Janeiro. Termina reafirmando o convite do PCO que chama as pessoas às ruas e disponibiliza materiais de luta para os interessados.
Assista ao programa aqui:
https://www.youtube.com/watch?v=pAJLzt3VNjw
“Hoje quero tratar sobre um tema específico que é a questão a intervenção militar no rio de janeiro e, por outro lado, abordar um pouco os métodos de trabalho de um parido revolucionário como o PCO. O partido desde o começo do golpe de estado, em denunciando as movimentações das instituições golpista. Tanto do poder Judiciário, da policia federal, do ministério publico federal, bem como de outras organizações (foras do regime). O PCO, ao contrario do restante da esquerda, não se guia a partir das noticias mentirosas da da imprensa burguesa. Nós, quando – uma politica, procuramos ir a massa, a população, a locais de grande movimentação de pessoas com nosso material, e, a partir dali, colher a ‘temperatura’: ver em que pé tá’ a situação política, como as pessoas estão reagindo às campanhas feitas pelo partido. Por exemplo, na mesma época da votação do impeachment a gente tirou um material denunciando um golpe de estado, denunciando o impeachment, e viu, que a população, em sua maioria, era contra o golpe e contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. As pesquisas corrente na época apontavam, inclusive, que presidenta não tinha apoio popular nem mesmo entre seus próprios eleitores, e que o impeachment era uma resposta a vontade da própria população, que teria supostamente saído as ruas para derrubar a presidenta. Essas mesmas manifestações também  foram divulgadas pela imprensa burguesa, como manifestações gigantescas da direita coxinha, milhões de pessoas na avenida paulista. Bom, o PCO também não acreditou nessa informação e, inclusive, enviou pessoas para poder ver se as manifestações eram desse tamanho e, em discussão com esses militantes, se viu que, na verdade, essas manifestações que pediam o impeachment eram de fato muito menores do que as manifestações contrárias ao impeachment.
O partido tem esse método de trabalho que permitiu a elaboração de uma série de políticas diante do golpe de estado. Bom, não poderia ser diferente no caso do Rio de Janeiro. Inicialmente quando foi divulgada a intervenção militar no Rio, a imprensa da direita (burguesa) e a própria imprensa da esquerda, divulgaram uma série de análises, inclusive, de que seria uma campanha eleitoral do presidente Michel Temer, diante das eleições que se aproximam. Já a direita, imprensa burguesa, apresentou o problema como sendo uma medida para combater o crime organizado. Em todos os casos, sempre havia comentários dizendo que a imprensa carioca, de uma maneira, ou de outra, apoiaria a intervenção dos militares do exercito nas comunidades cariocas, nas favelas. Diante desse problema, o PCO iniciou uma forte campanha através de colagem de cartazes, panfletagem, visita de bairros (de casa em casa) no Rio de Janeiro. E, através desse trabalho, descobrimos (e temos divulgado na nossa imprensa)  que a população carioca, especialmente os favelados, os moradores da periferia, são completamente contra a intervenção militar. As manifestações de apoio diante dos nossos companheiros, que lá estão, são as dezenas diariamente: o pessoal pega o material, lê, fala que está errado mesmo essa intervenção militar e, inclusive, se propõe a expulsar os ‘periquitos’ (forma com que os cariocas chamam os militares).
O povo carioca, inclusive na zona sul (local de classe mais ‘abastada’) também recebeu bem o material lá divulgado. Em grande medida, conseguimos ver que no Rio de Janeiro há grande disposição popular a lutar contra o golpe de estado e, especialmente, contra a intervenção militar à qual o povo está submetido. Também é preciso destacar que essa campanha contra a intervenção militar está sendo feita em conjunto à campanha ao combate a prisão do Lula. Logo, o pessoal também se manifestou contra a prisão do Lula e colocou-se a disposição para organizar um trabalho de luta contra o golpe de estado, um trabalho de constituição de comitês de luta contra o golpe, em defesa a Lula. Diante a esse problema, é preciso ver que, as demais informações que tem aparecido na imprensa burguesa, especialmente em relação as eleições de 2018, aos candidatos de 2018, é uma farsa, uma ilusão,  diante de uma realidade em que o próprio povo está disposto a lutar contra o golpe de estado e não se adaptar ao regime golpista que esta colocado. Nesse sentido, reforço o convite feito na Analise politica nessa semana (sábado) de que, as pessoas que estejam dispostas a organizar a luta contra o golpe, dispostas a lutar contra a intervenção no Rio de Janeiro e contra a prisão de Lula, entrem em contato conosco para que possamos organizar organizar esse movimento que é vivo, é real e exite toda uma disposição, todo um campo, entre a população, entre as massas brasileiras para organizar esse povo contra a direta que tomou o regime de assalto e avança agora,através dos militares, em todos os estados.”
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