Vírus francês?
Coronavírus pode não ser chinês afinal. Médico francês afirma ter identificado paciente contaminado em Paris antes do primeiro caso chinês
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
national-cancer-institute-rHfsPolwIgk-unsplash
Cientista olha microscópio. | Foto: Reprodução

Vírus chinês. É como o presidente dos EUA e seus seguidores se referem ao coronavírus, na tentativa de imputar à China, a responsabilidade pela pandemia que assola o planeta em 2020. No Brasil o senador Eduardo Bolsonaro e outros membro do governo, como o Ministro das Relações Exteriores, o terra planista Ernesto Araújo, também repetiram as acusações criando um clima de desconforto entre o Brasil e seu principal parceiro comercial.

As acusações contra a China ganharam o mundo, as acusações se dividem entre a teoria conspiratória da criação intencional do covid-19, como parte de um plano perverso para quebrar as economias capitalistas rivais e a teoria da origem acidental, na qual o vírus teria origem nos hábitos alimentícios exóticos dos chineses, uma clara demonstração de racismo e preconceito. Para surpresa de todos, nesta segunda feira (01/06), o canal português EuroNews divulga indícios de que o vírus tenha sido detectado na França em novembro de 2019, portanto, antes do primeiro caso na China, registrado em 31 de dezembro.

O médico francês, Dr. Yves Cohen, que trabalha no hospital de Avicenne, na região de Paris, afirma com convicção que o covid-19 já tinha chegado a França em dezembro de 2019. O médico chego a esta conclusão depois de reanalisar amostras de doentes internados com pneumonia entre 16 de dezembro e 16 de janeiro hospital onde trabalha. Cohen afirma que há fortes indícios de que o primeiro caso de covid-19 na França tenha ocorrido ainda antes, em novembro.

Os países imperialistas, cada vez mais intimidados pela consolidação da China como potência econômica, e com forte influência geopolítica no globo, vem realizando uma forte campanha de propaganda contra a China, acusando-a de ter ocultado o surgimento da doença, ou ainda de ter desenvolvido o vírus com objetivos ilegítimos, como já dissemos.

No início de maio, foi amplamente divulgado na impressa mundial, que atletas franceses suspeitam ter contraído covid-19 nos Jogos Mundias Militares de Wuhan. A notícia foi a base de novas especulações, na qual o vírus teria sido levado para os jogos pelos EUA como forma de sabotagem contra a China. A prática da sabotagem não é uma novidade nas estratégia militares usadas pelo tio San. Recentemente os Estados Unidos atearam fogo a plantações de trigo sírias e durante a guerra fria lançaram bombas incendiárias em plantações de cana de açúcar em Cuba, sem sequer está em guerra declarada com aquele país.

Sabemos, portanto, que os EUA são capazes de destruir plantações para matar de fome povos sem sequer está em guerra contra eles, mas seriam capazes de fabricar armas biológicas com a mesma finalidade? Não sabemos dizer ainda. O certo é que com os fatos revelados hoje, é mais plausível que as acusações de quem detém o caso zero do coronavírus cabem mais contra a França do que contra a China.

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas