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O governo Bolsonaro aproveita a urgência e emergia diante do Covid-19 para favorecer mais uma vez os capitalistas.
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A pandemia do Coronavírus que se alastra pelo mundo, trazendo pânico nos mercados financeiros e tem provocado uma série de medidas emergências na área de saúde pública nos países, foi classificada inicialmente por Bolsonaro como sendo um problema pequeno e uma “fantasia”.

Com ampliação dos casos no Brasil, (pelo menos 150 casos confirmados em 13/3) chegando inclusive em integrantes da equipe presidencial, o governo brasileiro aproveitou o alarde para tomar medidas para favorecer a indústria farmacêutica e a rede privada. No seu pronunciamento em rede de radio e TV, Bolsonaro mais uma vez mostrou que o governo é completamente alheio aos interesses populares, declarando ( por sinal, o que todo mundo já sabe) que o Sistema único de Saúde não tem estrutura para fazer frente a propagação do coronavírus no país.

Diante do agravamento da crise econômica internacional, que atinge em cheio a já debilitada economia nacional, e com a evidência do completo despreparo do sistema de saúde pública no Brasil, o governo Bolsonaro tem sido cobrado, inclusive por setores da burguesia. Entretanto, Bolsonaro encontra-se completamente prostrado, gerando inclusive a acentuação crise política, e aumentando a percepção por setores cada vez mais amplos de que Bolsonaro não pode continuar na presidência.

O contingenciamento e cortes nas verbas para saúde pública em nome da “responsabilidade fiscal”, bem como a quebra de programas como Farmácia Popular, e desmantelamento do Programa Mais Médicos fragilizaram ainda mais a já debilitada saúde pública. O governo Bolsonaro aproveita a urgência e emergia diante do Covid-19 para favorecer mais uma vez os capitalistas. Dessa forma, indica o pagamento de aluguel em leitos na rede privada hospitalar e o favorecimento de grupos privados na área farmacêutica. O governo incialmente solicitou 5 bilhões de recursos extras, mas indica que seria necessário pelo menos 10 bilhões, segundo declarações de Paulo Guedes, que promete mais “ medidas” diante das cobranças de Rodrigo Maia. Evidentemente, que a maior parcela desses recursos serviram para alimentar os interesses privados em detrimento do favorecimento da população.

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