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Pyongyang, Prensa Latina Autoridades da República Popular Democrática da Coreia e diplomatas estrangeiros recordaram ontem (04) o líder histórico da Revolução Cubana, Fidel Castro, e o aniversário de 62 anos do desembarque dos expedicionários do iate Granma em Cuba, para, em 1959, realizarem a Revolução Cubana, maior revolução da história da América Latina.

O acontecimento sucedeu exatamente aos 24 meses da exumação das cinzas de Fidel Castro no monólito do cemitério de Santa Ifigenia, em Santiago de Cuba, a cerca de 900 quilômetros ao leste de Havana, e contou com a presença do ministro de Defesa da República Popular Democrática da Coreia (RPDC), General do Exército No Kwang Chol.

As Forças Armadas Revolucionárias (FAR) e as Forças Armadas Populares da RPDC têm especiais laços de fraternidade, nascidos da sincera amizade entre os líderes Fidel Castro, Kim Il Sung, e Kim Jong Il, afirmou o Coronel Marcelino Rodríguez, Adido Militar de Cuba neste país.

De acordo com o representante militar da ilha caribenha, essa confraternidade de armas está fortalecida atualmente pelo incessante trabalho do General do Exército Raúl Castro, o presidente cubano Miguel Díaz-Canel e o Marechal Kim Jong Un.

Durante a recordação, as Forças Armadas Populares da RPDC destacaram a firmeza das relações com as FAR, elogiaram a figura universal de Fidel Castro, e reafirmaram sua vontade de continuar fortalecendo os vínculos de confraternidade com os militares cubanos.

O desembarque do iate Granma pela costa sudeste de Cuba em 2 de dezembro de 1956 representou o reinício da luta armada comandada por Fidel Castro até o triunfo da Revolução Cubana, em 1 de janeiro de 1959.

Desde então, a data marca o surgimento das FAR na ilha caribenha.

No ato celebrado nesta terça-feira em Pyongyang participaram também o embaixador da ilha caribenha, Jesús Aise, representantes diplomáticos e adidos militares de países amigos de Cuba, entre eles o decano desse corpo neste país, o russo Alkexander Bartusov.

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