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FILE - In this March 12, 2016, file photo, Marines of the U.S., left, and South Korea wearing blue headbands on their helmets, take positions after landing on a beach during the joint military combined amphibious exercise, called Ssangyong, part of the Key Resolve and Foal Eagle military exercises, in Pohang, South Korea. The Pentagon on Monday, June 18, 2018,  formally suspended a major military exercise planned for August with South Korea, a much-anticipated move stemming from President Donald Trump's nuclear summit with North Korean leader Kim Jong Un. (Kim Jun-bum/Yonhap via AP, File)
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Pyongyang, 6 dez (Prensa Latina) – As manobras militares conjuntas com forças estrangeiras que realizam alguns países no nordeste da Ásia central, podem comprometer o diálogo entre ambas Coreias, alertaram meios de imprensa da República Popular Democrática da Coreia (RPDC).
A ruptura nas conversas poderia acontecer caso fosse detectada alguma ameaça física à península coreana e então se retornará ao passado, comentou a Agência Central de Notícias da Coreia (ACNC).

De acordo com a publicação, a comunidade internacional espera com ansiedade que a paz seja perenne entre a Coreia do Norte e do Sul, países localizados em uma zona geográfica sensível que concentra as potências regionais da Ásia central.

ACNC recomendou que para estabelecer o sistema de paz duradoura nesta região tecnicamente em armistício, devem ser detidas todas as ações militares.

Os jogos de guerra levarão à instabilidade mundial e podem até se estender ao início da terceira guerra mundial, argumentou o meio de imprensa oficial.

Lembrou que no histórico encontro e nas conversas da Cúpula RPDC-EUA, realizados em Singapura, Washington se comprometeu perante Pyongyang a suspender os exercícios militares conjuntos EUA-Coreia do Sul, para acentuar o sistema de paz duradoura na Península Coreana.

Também na Declaração Conjunta de Pyongyang de Setembro, assinada pelos líderes coreanos Kim Jon Un e Moon Jae In, foi escrito o compromisso de estender o fim de relações militares hostis.

Agora todo mundo observa com muita atenção a situação atual da península coreana e a perspectiva de seu desenvolvimento. O melhor para a paz, junto às conversas de boa fé entre as partes, é o fim de manobras militares, enfatizou a ACNC.

A publicação surge em meio a especulações provenientes de Seul sobre outro possível cara a cara, talvez dia 18 a 20 próximos, entre o presidente do Comitê de Estado da Coreia Democrática, Kim Jon Un, e o mandatário da Coreia do Sul, Moon Jae In.

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