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O 13° Contect (Congresso Nacional dos Trabalhadores dos Correios) realizado nos dias 31  de maio a 2 de junho em Brasília/DF não abriu espaço algum para debater a privatização da ECT, a greve dos caminhoneiros, a greve dos petroleiros, o golpe de Estado no Brasil e tudo que deveria permear a luta da categoria no próximo período.

Os dirigentes sindicais do Bando dos Quatro (PT, PCdoB, PSTU e diretoria do Sintect-MG – LPS) fizeram de tudo para esvaziar o debate no Congresso. Suprimiram o debate de análise de conjuntura nacional e internacional, como também a análise de conjuntura dos Correios, que deveria fazer um balanço da entrega do plano de saúde na última campanha salarial.

O diretor do Sindicato dos Correios de Minas Gerais, Pedro Paulo de Abreu Pinheiro, conhecido por Pepe, chegou ao absurdo de defender que os trabalhadores apenas lessem a pauta de reivindicação do ano passado em plenária, sem o direito de fazer adendos, exclusão ou supressão, passando o dia todo lendo a pauta para um plenária esvaziado. Tudo para encaminhar o Congresso apenas para votação da nova diretoria da Fentect.

No entanto, um ponto de pauta não foi suprimido e foi bem debatido pelos interessados, que foi a Cooperativa de Economia e Crédito dos Empregados dos Correios Ltda (SICOOB Coopercorreios).

Essa cooperativa de crédito, uma espécie de banco para emprestar dinheiro consignado na folha de pagamento dos trabalhadores dos Correios, que tem sede em Belo Horizonte, na mesma cidade do Sintect-MG, aonde Pepe é presidente de honra do sindicato, foi até o Congresso mostrar o quanto é bom os trabalhadores fazer empréstimos com a cooperativa.

Como os sindicalistas do Bando dos Quatro já abandonaram há muito tempo a perspectiva da luta, e sob o seu comando, a Fentect entregou o plano de saúde da categoria, os sindicalistas resolveram oferecer ao trabalhador um convênio para a categoria se endividar ainda mais.

Diante disso, os trabalhadores precisam se organizar na base é construir uma oposição classista, para derrubar o Bando dos Quatro do controle do movimento sindical dos Correios, e estabelecer que a única maneira eficaz para que a categoria resolva seus problemas econômicos é a luta, e não pagar juros para banqueiros, mesmo que esses empréstimos vem revestido de “Cooperativa de trabalhadores dos Correios”.

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