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A ministra presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Cármen Lúcia, comunicou na abertura da sessão desta quarta-feira (21) que voltou atrás sobre a decisão de não pautar o habeas corpus preventivo do ex-presidente Lula e marcou para amanhã (quinta-feira, 22) o julgamento do pedido feito pela defesa do petista.

Contrariando a lei, que prevê prioridade para habeas corpus, Cármen Lúcia havia marcado posição no sentido de não ceder à pressão popular dos movimentos sociais e operários para marcar o referido julgamento.

Após o comunicado de Cármen, o ministro Marco Aurélio interveio para dizer que pretendia levantar questão de ordem em relação à duas ações sobre a decisão de prisão antes do trânsito em julgado, mas desistiu devido a decisão da Presidência.

Apesar do recuo de Cármen, nada indica que o STF irá salvar Lula de ser preso. Está cada vez mais claro que apenas uma mobilização revolucionária poderá evitar a prisão do líder político mais popular da América Latina.  

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