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O presidente russo, Vladimir Putin, convidou, por meio de uma carta escrita pelo ministro das relações exteriores, Sergey Lavrov, o presidente norte-coreano Kim Jong-un para uma visita oficial ao país para que se reúnam. Além de Putin, também o sírio, Bashar al-Assad, está procurando se reunir com a Coréia do Norte. Um dos motivos dos pretextos da reunião seria o 4° Forum Econômico oriental, que ocorrerá em Vladivostok, perto da fronteira com a Coréia.

A aliança com a Rússia se dá em meio ao agravamento das tensões entre o país e o imperialismo norte-americano, recentemente uma reunião entre eles para discutir um “acordo” nuclear foi cancelada. Isso porque os Estados Unidos demonstraram claramente que se trataria de um acordo unilateral, onde a Coréia do Norte teria de abrir mão de suas armas à troco de nada.

A aliança com a Rússia é extremamente importante diante do recente erro cometido por Jong-Un, que acreditou temporariamente na conversa de Trump e destruiu uma instalação para testes nucleares, ao mesmo tempo em que os norte-americanos organizavam um treinamento militar com os sul-coreanos. (Estes acontecimentos foram os principais responsáveis pelo fim da tentativa de acordo entre Trump e Kim).

Ou seja, a aliança com Putin fortalece a Coréia do Norte na crise gerada com imperialismo. Primeiro pois permitiria à Coréia do Norte de sair do isolamento político e econômico, gerado pelo imperialismo, já que a Rússia é uma grande potência econômica do Oriente e faz fronteira com o país, mas também pelos posicionamentos agressivos da Rússia contra a opressão imperialista no mundo.

Os acontecimentos revelam uma dificuldade do imperialismo de manter seu controle político dos países, isoloando-os, sabotando-os etc. Da mesma maneira, está acontecendo com a Venezuela, que também está tendo apoio de países como a Rússia, a China, Cuba e assim por diante.

Para os países oprimidos é necessário formar uma aliança contra o imperialismo para não serem esmagados. A Rússia vem sendo uma importante liderança dessa aliança. Outros países que estavam na dianteira, junto com a Rússia, como o Brasil e a África do Sul sofreram golpes nos últimos anos, e por isso a Rússia precisa tomar para si mais aliados e ter ainda mais cuidado com ameaça imperialista, que está fortalecendo a campanha contra os países que colocam uma grande resistência, como é o caso da própria Coréia do Norte e da Rússia.

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