Contra Marchezan, municipários completam 23 dias em greve em Porto Alegre

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Os servidores municipais de Porto Alegre completaram na ultima terça-feira 30 dias de greve contra as medidas de cortes em seus direitos promovidas pelo prefeito Nélson Marchezan Júnior, do PSDB. A greve dos servidores municipais da capital gaúcha já e a segunda maior da historia, ficando atrás, somente, da greve do ultimo ano, quando a mobilização atingiu 40 dias de paralisacao.

Os municipários, em greve desde o dia 31 de julho, exigem do prefeito tucano o não parcelamento dos salários, o reajuste dos salários, além de se colocarem contra a reforma que o prefeito golpista quer fazer na aposentadoria dos servidores públicos do município, o Projeto de Lei 07, o qual limita a aposentadoria dos trabalhadores do município ate o limite do teto do INSS, de R$5,6mil, além de extinguir a licença premio.

Os servidores enfrentam, nesses dias de greve, todo o tipo de assedio e pressão por parte da prefeitura, a qual além de não negociar com os trabalhadores, utiliza-se dos chefes e gestores para pressionar os servidores que estão paralisados a voltarem ao trabalho.

Os ataques do governo do PSDB de Porto Alegre aos trabalhadores do município são um exemplo do que a direita pretende fazer em escala nacional no próximo ano, caso obtenham exito na fraude eleitoral que ocorre nesse momento no pais e consigam que um genuíno representante dos golpistas, como e o caso, por exemplo, de Geraldo Alckmin do PSDB, assuma o governo.

Por isso e necessário seguir o exemplo dos municipários de Porto Alegre e intensificar a mobilização contra o golpe de estado no pais, em defesa da liberdade e da candidatura do ex-presidente Lula. A luta em defesa do ex-presidente e decisiva, nesse momento, para a derrota dos golpistas.