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Empresa ataca categoria
Contra a privatização, Correios entram em greve em 3 de março
É preciso uma unificação com os petroleiros e demais categorias em greve
greve nos correios 4
Empresa ataca categoria
Contra a privatização, Correios entram em greve em 3 de março
É preciso uma unificação com os petroleiros e demais categorias em greve
Carteiros em greve.
greve nos correios 4
Carteiros em greve.

A Federação Nacional dos Trabalhadores dos Correios (Fentect) apresentou um calendário de aprovação de uma greve nacional para o dia 3 de março. A categoria dos Correios, há anos vem sofrendo com ataques cujo principal objetivo é a privatização da empresa.

Com o golpe de Estado e a chegada de Jair Bolsonaro na presidência da República, a ofensiva dos capitalistas se tornou ainda mais intensa. Paulo Guedes, no ano passado, indicou os Correios como uma das empresas na lista das privatizações. O objetivo é entregar a maior empresa estatal do País em númerio de funcionários e a única empresa que está situada em todos os mais de 5 mil municípios do País nas mãos dos grandes monopólios capitalistas estrangeiros. O papel do governo Bolsonaro é o de presentear os capitalistas com o patrimônio do brasileiro.

Entre os ataques que fazem parte da política de privatização está a destruição do plano de saúde da categoria. A direção da ECT vem há anos solapando esse benefício. Agora, o novo ataque é o aumento do repasse do trabalhador para o plano. Na prática, o direito conquistado pela categoria foi suprimido.

Os capitalistas precisam acabar com o plano de saúde, assim como outros benefícios, para ter garantido um lucro cada vez maior quando colocarem as mãos na empresa. Além do plano de saúde são alvos também benefícios como o vale alimentação e refeição. Além, é claro de um rebaixamento salarial brutal nos últimos anos, fruto de uma política patronal que rejeita qualquer negociação verdadeira com a categoria.

Para completar o quadro, os trabalhadores vêm sofrendo com as demissões. Concurso público não existe desde 2010 e os terceirizados só aumentam, mas não dão conta de suprir a quantidade de trabalho, o que gera uma carga insuportável nos setores.

Tudo isso é parte da política de privatizações. Por isso, é hora dos trabalhadores dos Correios se juntarem aos petroleiros e outras categorias em greve e lutar contra as privatizações promovidas pelo governo Bolsonaro. É preciso dizer “fora Bolsonaro e todos os golpistas!”