A Greve dos petroleiros cresce
A Greve dos petroleiros cresce e acende o ânimo dos demais trabalhadores. o Tribunal patronal (TST) não homologa negociação e, ataca os grevistas.
Compartilhar no facebook
Compartilhar no twitter
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
thumb (1)
É hora de dar fim aos desmandos do TST e ao governo fascista de Bolsonoro. |

A Greve dos petroleiros cresce e acende o ânimo dos demais trabalhadores. o Tribunal patronal (TST) não homologa negociação e, ataca os grevistas voltando a bloquear as contas dos sindicatos.

É hora de dar fim aos desmandos do TST e ao governo fascista de Bolsonoro. A força dos petroleiros aliada as outras categorias e apoio da CUT, devem dar um basta e um recado firme ao Ministro da Opus Dei que, uma vez mais, determinou o bloqueio de contas e suspensão de repasse de mensalidades aos sindicatos dos trabalhadores.

Nota-se que a FUP mantém movimento e pede cumprimento de acordo, portanto, a greve é justa e necessária. Tanto é assim que, ao negar pedido de desocupação, juíza do TRT disse que o oficial de Justiça constatou “inexistência de risco de dano ao patrimônio”. Inexistente, portanto, o único motivo, na Lei, para tomada de medidas tão severas.

A adesão à greve mostra a força dos petroleiros e o caráter nacional do movimento que agora atinge 77 unidades em 13 estados do sistema Petrobras.

O obscuro Ministro da Opus Dei, Ives Gandra, do Tribunal Superior do Trabalho (TST), mesmo diante descumprimento do acordo coletivo de trabalho – assinado em 2019, depois de mediação do próprio TST, não vê motivação para o movimento deflagrado.

A medida arbitrária é repetitiva. Ainda no final do ano de 2019, ele já havia imposto multas milionárias, que na prática inviabilizariam a atividade sindical, sendo certo que a FUP nem havia sido notificada da decisão.

O arbítrio do Ministro chegou as raias do absurdo eis que agora ele também autorizou a Petrobras a realizar contratações temporárias, caso julgue necessário. A medida é flagrantemente contrária a Lei. O artigo 9º determina, por exemplo, que “durante a greve, o sindicato ou a comissão de negociação…, manterá em atividade equipes de empregados com o propósito de assegurar os serviços cuja paralisação resultem em prejuízo irreparável…” Portanto, o sindicato, sua comissão de negociação e, não os patrões, diz a letra da Lei de Greve.

A lei, ademais, é clara quanto ao aspecto de “contratações temporárias” e mesmo “fura-greves”, não há permissão mesmo na Lei.

Dentro deste contexto, a atuação dos trabalhadores em greve de impedir as “contratações temporárias” adentrem o local de trabalho, ou seja, a realização do conhecido “piquete”, constitui parte essencial do exercício do direito de greve.

A classe operária tem neste momento as condições e a oportunidade de por abaixo o fascismo de um governo que quer a destruição das organizações dos trabalhadores. Fora Bolsonaro! Fora TST e seu entulho fascista!

Compartilhar no facebook
Compartilhe no seu Facebook!
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
WhatsApp
Compartilhar no telegram
Telegram
Compartilhar no email
Email
Compartilhar no reddit
Reddit
Compartilhar no facebook
Compartilhe
Compartilhar no twitter
Tuite este artigo!
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no telegram
Compartilhar no email
Compartilhar no reddit
Relacionadas