A soberana
Em entrevista para o programa Conexão América Latina, Pedro Monzón, Consul cubano fala sobre a medicina, tecnologia, vacina e o bloqueio econômico contra o país caribenho
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Pedro Monzón, Consul cubano em São Paulo. | Foto: Reprodução

Em entrevista ao programa Conexão América Latina apresentado por Eduardo Vasco, que vai ao ar toda terça-feira as 14h no canal do YouTube da Causa Operaria TV (COTV), o Consul Geral de Cuba em São Paulo, Pedro Monzón falou sobre a vacina cubana contra o Covid-19 “A soberana” a primeira em toda América Latina.

De acordo com o Consul, o nome “A soberana” seria porque a vacina é única, exclusiva e desenvolvida no país caribenho, segundo ele o medicamento é uma vacina preventiva, e já iniciou seus testes na fase um, se encontra neste momento na fase dois, e estará pronta para fase mais massiva que será a fase três no inicio de fevereiro. Até o momento não há nenhum efeito colateral significativo para o ser humano.

Pedro Monzón faz uma explicação histórica da relação de Cuba com a medicina preventiva, a biotecnologia, e a tecnologia cientifica no país que apesar de 6 décadas de bloqueio norte-americano, tem milhares de medicamentos, disgnósticos prontos e em experiencia, e curas importantíssimas para a humanidade, patenteados pelo país e que atualmente são solicitados e vendidos para centenas de países no mundo todo.

Segundo Monzón mesmo com o bloqueio econômico criminoso, Cuba está entre os países mais desenvolvidos do mundo em relação a tecnologia cientifica para tratamento de doenças, com vacinas exclusivas, como por exemplo contra hepatite A e B e o câncer de pulmão. “Esta vacina, não caiu do céu, não é uma improvisação, tem um amplo respaldo no passado e na história da revolução no terreno do desenvolvimento da ciência.”

Em relação a pandemia, ao contrário do resto mundo, 80% das infecções graves registradas em Cuba relacionadas ao coronavírus, a pessoa sobrevive, já em outros países esse número é de apenas 20%. Cuba é o país onde a pandemia vem tendo menor impacto em todo mundo, “nenhum médico, nenhum enfermeiro, nenhum preso e nenhuma criança morreu por conta da doença.”

Para o Consul, isso se dá ao grande número de universitários de medicina, enfermagem, e agentes de saúde que vão de casa em casa para detectar pessoas com sintomas e assintomáticas em relação ao Covid-19, isso para ter um controle e poder mapear regiões críticas e assim tratar das infecções, isolar e prevenir aqueles que ainda não foram infectados. Medidas que foram utilizadas por centenas de nações utilizando de forma direta médicos cubanos que estiveram na linha de frente ao combate a pandemia.

Sobre o bloqueio imposto pelos Estados Unidos, para o entrevistado, essa medida teve um aumento ainda maior e de mais longo alcance em período pandêmico, impedindo de forma mais brutal a entrada de medicamentos, alimentos e produtos de necessidades básicas para o país cubano, atacando diretamente o desenvolvimento da saúde, “utilizaram a pandemia como uma ferramenta a mais para destruir Cuba” afirma o Consul. Isso mostra claramente o carácter genocida do imperialismo contra aqueles que não se submetem ao regime capitalista falido.

https://cotv.causaoperaria.org.br/2020/09/ao-vivo-consul-de-cuba-fala-sobre-a-vacina-contra-o-covid-19/

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