Conheça o site eleitoral oficial do “PCO 29”: Lute e vote contra o golpe e pela liberdade de Lula

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Da redação – Por conta das eleições de 2018 no Brasil serem uma fraude total, em meio ao golpe de estado que destrói nossa economia, com uma perseguição aberta da burguesia contra a classe trabalhadora, o Partido da Causa Operária (PCO), decidiu utilizar de sua imprensa operária para lançar seu site oficial das eleições, onde os trabalhadores podem acessar para conhecer o Programa histórico do partido, conhecer os militantes que são candidatos aos cargos por todo território nacional, ver vídeos de declarações dos mesmos e do presidente Rui Costa Pimenta, bem como, baixar os materiais de campanha contra o golpe e pela liberdade de Lula e entrar em contato com o partido.

O PCO, é uma organização revolucionária que luta no mundo real ombro à ombro com os trabalhadores, buscando, através do estudo do marxismo científico, organizar seus militantes com uma imprensa operária, resultando em um jornal semanal, seu militante nº 1 e grande arma contra as mentiras da imprensa burguesa mundial.  Esse esforço de conscientizar a classe operária e camponesa na luta contra a exploração da classe da burguesia, que esmaga os trabalhadores em todo o globo terrestre, vem trazendo grandes vitórias ao PCO. Nossa organização articulou grandes atos contra o impeachment de Dilma Rousseff (PT), contra a prisão de Lula, estando na vanguarda dos acontecimentos em todos os momentos dos últimos 5 anos. 

A imprensa do partido vem crescendo exponencialmente, contando com um Diário Causa Operária online, que completou 14 anos, com mais de 50 matérias por dia, a Causa Operária TV no youtube e o site oficial da COTV, trazendo conteúdos diversos em seus programas rumo à programação de 24 horas. Em nossa grade, temos um programa direcionado às denuncias das eleições fraudadas, chamado “Por trás das eleições”, que debate toda a farsa do processo eleitoral, as questões escancaradas, que envolvem o controle da burguesia que, sistematicamente, cassa candidaturas de trabalhadores, como acontece a décadas com o PCO e também os números dos Ibopes, onde os apresentadores demonstram toda manobra dos donos do golpe para eleger seu candidato contra o povo.  Em outro programa, o jornal matinal, Reunião de Pauta, os apresentadores estão recebendo os candidatos do partido durante toda a curtíssima campanha, e, através de hangout, denunciam as arbitrariedades do TSE, do TRE, das polícias militares, federal, do Ministério Público e do STF em seus respectivas regiões. 

Então, vote nos candidatos do PCO e venha se organizar com o partido na luta contra o golpe, por que, a final, o mundo não vai acabar nas eleições e nem vai começar. Os militares vem ameaçando os trabalhadores com um golpe militar, a crise econômica é mundial, o imperialismo ameaça invadir a Venezuela,, e, sendo assim, a classe operária deve se organizar para enfrentar as dificuldades futuras que serão muitas.

Lute e vote com o PCO!

https://www.eleicao2018pco.com.br/

Segue parte do Programa partidário histórico do PCO e para as eleições: 

“Diferentemente do que ocorreu nas quatro últimas eleições presidenciais, nas quais lançamos nosso próprio candidato ao cargo, entendemos que a candidatura de Lula no atual pleito expressa o enfrentamento das massas com os golpistas. Nesse sentido, defendemos a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, lutando por sua liberdade e pela derrota do golpe de Estado.

O eixo da nossa campanha esse ano será, como na última, a luta contra o golpe de Estado que derrubou Dilma Rousseff da presidência em 2016.

As eleições em meio ao golpe de Estado: a tarefa central nesse momento é organizar a luta contra o golpe

A questão central na atual etapa política é o problema do golpe de Estado em marcha em nosso País, com a derrubada do governo de Dilma Rousseff, do PT.

O que temos pela frente não é um processo eleitoral como de costume, mas uma fraude em meio a um golpe de Estado, quando os golpistas invadem sedes partidos de esquerda, a Justiça determina prisões arbitrárias de dirigentes do maior partido de esquerda do País, suspende repasses de verbas oficiais para este partido e usa de um imenso aparato policial, jurídico e de propaganda (por meio dos monopólios de publicidade) para reprimir os partidos de esquerda, cassar suas candidaturas (com mecanismos como a lei da “ficha limpa”) etc. Para controlar ainda mais o processo, a direita reduziu o tempo de campanha (para 45 dias) e diminuiu o tempo de televisão para os partidos sem parlamentares para privilegiar os partidos tradicionais da direita, entre outras medidas arbitrárias.

Os golpistas deslancharam uma enorme ofensiva tanto contra os direitos democráticos como as condições de vida do conjunto dos explorados e oprimidos. Esta ofensiva, no entanto, nada mais é do que uma pequena amostra do que estão preparando.

Ao mesmo tempo que se intensificam todo tipo de ataques contra o PT e diversas organizações operárias, está em marcha um ataque em larga escala contra as liberdades democráticas no País.

O PCO, que foi uma verdadeira vanguarda na luta contra o golpe, defende de maneira intransigente os direitos democráticos de toda a população, contra os ataques às suas condições de vida e pela mobilização dos explorados e de suas organizações de luta, a começar pelos partidos do movimento operário, e luta contra o golpe que – como assinalamos em todas as etapas da situação política, só pode ser derrotado por meio da ação revolucionárias das massas, nas ruas.

O governo golpista de Temer, Cunha, Serra e toda a quadrilha da direita já sinalizou (ainda que parcialmente) que a vitória definitiva do golpe representará uma  ofensiva sem precedentes contra os explorados em todos os terrenos, dos ataques contra a economia nacional – com uma nova onda de entrega dos recursos naturais (petróleo etc.), do que sobrou das estatais (Petrobrás, Correios, CEF etc.), por meio da intensificação da onda repressiva que se acentuou em todo o País contra a população trabalhadora (UPP’s e outras formas de ocupação de comunidades operárias; aumento da matança da população pobre e negra pela PM, assassinatos de sem-terra etc.), suas organizações (pesadas multas contra sindicatos, intervenção da Justiça e do MTE nas organizações sindicais de diversas formas) e contra suas lutas (brutal repressão contra as greves, decretação de “ilegalidade” das mobilizações operárias como na ditadura militar etc.).

A Constituição foi rasgada, os direitos democráticos do povo têm sido anulados, um a um. É necessário impulsionar a mobilização operária. Essa mobilização não deve buscar um acordo inviável com os golpistas, mas a derrota dos golpistas por meio da deposição do governo Temer e de todos os golpistas, anulação do impeachment, cancelamento de todas as “reformas” e medidas dos golpistas e a conquista da soberania popular, da realização de eleições livres e democráticas, sob o controle das organizações populares e da convocação de uma Assembleia Constituinte baseada na mobilização popular e na derrota do golpe. Somente com a derrota do atual bloco golpista no poder será possível impor uma nova constituição que atenda aos interesses dos trabalhadores.

A luta da classe operária e do seu partido não se resume à luta contra o governo burguês de plantão (antigovernismo). A classe operária luta contra a burguesia, contra o regime político burguês em seu conjunto pelo governo operário e pelo Estado operário. A classe trabalhadora e suas organizações devem lutar, ao mesmo tempo, contra a direita e a esquerda da burguesia, mas não deve confundir as duas. Denunciamos a capitulação da frente popular e os governos nacionalistas diante da direita pró-imperialista, pelos seus ataques contra a população e os interesses nacionais, mas assumimos lugar na primeira fileira da luta contra o golpismo da direita pró-imperialista que quer passar por cima da vontade da maioria nacional, dos governos eleitos pela população, das organizações construídas pelos explorados para imporem um regime de total submissão aos planos de fome e de miséria do imperialismo.

A tática revolucionária de luta contra o nacionalismo burguês e a socialdemocracia reformista é opor às suas claudicações diante do imperialismo e da burguesia um programa de luta revolucionária e confrontá-las com as exigências reais das massas.

Neste momento, predomina a ilusão de que o golpe não terá maiores consequências, exceto (!) substituir um governo pelo outro. Esta ilusão domina, inclusive, amplos setores da própria frente popular. Na realidade, a ofensiva da direita e da burguesia não para de crescer e tende ao esmagamento da classe operária em todos os terrenos e dos demais setores explorados e oprimidos. Diante disso, qualquer fantasia de “disputa eleitoral” não é apenas uma sem sentido, como uma política suicida.”