Eleições 2020
O Diário Causa Operária segue com sua série de entrevistas com os candidatos do Partido da Causa Operária (PCO). Hoje, entrevistamos José Loureto, candidato a prefeito de Fortaleza
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José Loureto, petroleiro candidato a prefeito de Fortaleza pelo PCO | Foto: Reprodução

O Diário Causa Operária segue com sua série de entrevistas com os candidatos do Partido da Causa Operária (PCO) às prefeituras das capitais nessas eleições municipais. Hoje, entrevistamos José Loureto, candidato a prefeito de Fortaleza.

Loureto é petroleiro e trabalha no alto mar, sendo mais um dos inúmeros operários que representarão o PCO nessas eleições, levando o programa revolucionário do Partido para as amplas massas populares, agitando e mobilizando pelo Fora Bolsonaro e pelo direito do ex-presidente Lula ser o candidato da esquerda nas eleições de 2022, além de lutar por um governo operário e pelo socialismo.

 

DCO: Como o companheiro conheceu o PCO e porque ser um candidato, ou seja, um porta voz do programa do partido, expresso pelas palavras de ordem “Fora Bolsonaro, Lula Presidente por um governo dos trabalhadores?

 

Conheci o PCO através de amigos que na época já eram simpatizantes do PCO, e já lutavam contra o golpe de estado que instalou-se em 2016 e para mim ser candidato do PCO hoje representa a liberdade de fato e de direito, ao passo que já incorporamos a luta do Fora Bolsonaro e todos os golpistas.

 

DCO: O companheiro é da categoria dos marítimos, o nome “marítimo” é uma forma dos patrões omitirem q na verdade a categoria é formada por petroleiros terceirizados?

 

Exatamente, é a questão do trabalhador marítimo. Para mim considero petroleiro todo e qualquer marítimo a bordo de embarcações offshore, dão assistência de alguma forma a navio petroleiro FPSO, unidades marítimas plataformas, prestando todo seu serviço, todo seu apoio a essas unidades. também executando transferência de óleo de água, enfim uma assessoria sem fim embarcações de S.O.S., embarcações de óleo recover, todo esse aparato está ligado a indústria do petróleo, portanto não há distinção dessa categoria, somos todos petroleiros sim.

 

Questão da divisão em categorias dos trabalhadores do mar, eu enxergo como uma necessidade do capital de dividir os trabalhadores, apenas isso, dividir os trabalhadores e enfraquecer a categoria.

 

DCO: Como é a aceitação dos companheiros da sua categoria à reivindicação de Fora Bolsonaro, Lula Presidente?

 

Temos ampla aceitação sim em nosso seguimento devido a essas absurdas reformas trabalhistas e previdenciárias, que nos atingem diretamente.

 

DCO: Desde que o golpe de Estado de 2016 ocorreu, quais foram os impactos na categoria e nas condições de trabalho?

 

As perdas com os golpes de 2016 foram catastróficas, principalmente para o setor marítimo aí que nós vemos hoje o desmonte, ainda em andamento, de uma das maiores estatais de petróleo do nosso país.

 

Foi determinado por esse governo golpista o fechamento de campos de produção marítima que vão da Bacia de Campos no Rio de Janeiro até Paracuru que fica no oeste do Ceará. 

 

E o ônus dessa conta toda ficar para o trabalhador, com o aumento da escala de trabalho, excessiva jornada de trabalho, diminuição do salário, diminuição de suas vantagens isso é um absurdo.

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