Congelamento salarial
O governo de Guedes e Bolsonaro conseguirá mais de um trilhão de reais para deslocar para os capitalistas com o congelamento salarial e a reforma administrativa
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Arquivo DCO | Os inimigos do povo comemoram o enorme roubo contra os servidores

O congelamento salarial praticado pelo governo de Jair Bolsonaro contra 11 milhões de servidores públicos das três esferas institucionais (federal, estadual e municipal) irá gerar até R$ 816 bilhões de arrecadação, para ser colocada a serviço dos banqueiros e capitalistas com a medida de congelamento de salários por dois anos,  aprovada pelo Congresso Nacional, além de outras mudanças nas carreiras no quadro da reforma administrativa, como retirada de quinquênios ou biênios, abonos, licenças prêmio entre outras.

O ministro fascista da Economia, o “tchutchuca” dos banqueiros, como ficou conhecido, Paulo Guedes, adiantou que há um potencial de R$ 300 bilhões de diminuição dos gastos com a reforma, um número que já considera parte das projeções feitas pelo Ipea(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada). Nas contas do órgão, iniciativas para reduzir a reposição de servidores daqui para frente, cortar salários iniciais para novos entrantes e alongar os degraus das carreiras podem resultar em impactos de R$ 202,5 bilhões a R$ 318,5 bilhões nas três esferas, a depender do alcance das medidas. Ou seja, a retirada de recursos dos servidores será da ordem de mais de 1 trilhão de reais.

O roubo de dois anos de salários que não serão percebidos pelos servidores é tão brutal, que embora a proibição a reajustes valha por dois anos, até janeiro de 2022, seu efeito é permanente, uma vez que aumentos futuros ocorrerão sobre uma base salarial menor.

Considerando que, a partir de 2022, os reajustes correspondam sempre à inflação anual, sem

Como o governo está amparado na criminosa lei, o período de congelamento, não obriga o governo a devolver o perdido neste período, assim a medida causa uma perda irrecuperável para os servidores até o fim de suas vidas. Por isso, a economia em uma década pode ser de R$ 470,7 a R$ 503,5 bilhões, segundo o Ipea.

De acordo com o governo fascista a reforma administrativa, diferentemente da previdenciária, será feira em várias etapas. O que dificultará as mobilizações dos servidores. Então como esse diário, há muito anunciou a luta, as mobilizações não podem ser apenas contra a reforma administrativa, tem que ser a luta para por abaixo o governo ordinário de Jair Bolsonaro.

É imprescindível que as organizações de luta da esquerda, seus sindicatos, a CUT, os Partidos de esquerda convoquem a população contra mais este ataque genocida do governo fascista. A luta central para derrotar as intenções capitalistas é a luta pelo: Fora Bolsonaro!

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