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Não à escola com Fascismo!!!

Condutores de Juiz de Fora entraram em greve na sexta-feira (30)

Diante do anúncio os professores realizaram um protesto e ocuparam a sede da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEED), no bairro Água Verde, em Curitiba.

Tempo de Leitura: 2 Minutos

Protesto – Foto: UOL

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No dia 26 de outubro, o governador Ratinho Jr (PSD), anunciou a implementação, a partir de 2021, de 215 escolas militares no Paraná. Ele anuncia essa medida em plena pandemia e no momento de pressão para o retorno presencial das aulas.

Diante do anúncio os professores realizaram um protesto e ocuparam a sede da Secretaria de Estado de Educação e Esporte (SEED), no bairro Água Verde, em Curitiba.

Diante da ocupação, os professores, estudantes e funcionários da rede estadual de ensino do Paraná foram recebidos pelo diretor-geral do órgão, Glauco Dias nesta sexta (30).

Os professores e o sindicato pediram a a suspensão do projeto que transformará 215 escolas públicas em instituições militares e também  questiona o novo edital PSS (temporário) que prevê contratação de apenas 4 mil professores.

Um absurdo. No estado de São Paulo, durante alguns anos os professores tiveram que passar por processo seletivo para dar aula como temporário, muitos passaram em diversas provas, porém ninguém foi efetivado, uma política de perseguição para dividir a categoria.

Esse ano além de apresentar os títulos e a pontuação, o edital do Processo Seletivo Simplificado (PSS), que vai selecionar professores temporários para darem aulas em 202, haverá a aplicação de uma prova de conhecimento da área em que o professor se inscreveu para dar aula.

É uma ofensiva da extrema direita para impor um regime de terror dentro da Educação Pública, é o retorno da escola com fascismo que permeou a ensino em 2019. O objetivo é vigiar os estudantes e os setores progressistas das escolas.

Os golpistas querem implementar as escolas militares na intenção de combater e vigiar as lideranças da esquerda entre estudantes, professores e funcionários, pois tem sido uma pedra no sapato e os protagonistas na mobilização contra os governos golpistas de Bolsonaro e de Ratinho.

É preciso uma mobilização nacional contra a militarização e a escola com fascismo, atacar veementemente a política dos golpistas que estão aproveitando-se da pandemia para impor um regime de terror.

Somente a mobilização dos professores, alunos e funcionários trás resultados. Por isso, na próxima quarta feira haverá um ato, é preciso se indispor completamente à política do governador do Paraná, o fascista Carlos Massa Jr. apoiador de Bolsonaro, dizer não as escolas militarizadas. Fora Ratinho Júnior. Fora Bolsonaro e Todos os Golpistas!!!

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