Ataque à população
A falta de água na comunidade faz com que os moradores tenham mais chances de contrair doenças, principalmente o coronavírus
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BIE - Banco de Imagens Externas da Agência Senado

Com risco de escassez de água, parlamentares propõem combate ao desperdício através do Projeto de Lei do Senado (PLS) 112/2013.Tramitam em conjunto os Projetos de Lei do Senado nºs: 112 de 2013; 13, 24, 108, 324 e 753, todos de 2015; e 58 de 2016.

Foto: Pedro França/Agência Senado
Falta de água acaba com as condições humanas da população | Foto: Reprodução

A comunidade de Santa Marta, no bairro do Botafogo no Rio de Janeiro, sofre constantemente com falta de água. A maioria dos moradores já até possuem estratégias para lidar com o fraco fluxo de água no local, adotando várias práticas para poupar e armazenar água, para o consumo próprio.

O que já é uma aberração, deixar a população sem água, adquire um aspecto de monstruosidade no período atual, em que há mais de dez dias os moradores da comunidade se queixam da falta completa de água. Tudo se deu por conta de um defeito ocorrido em uma bomba hidráulica. Após algum tempo, alguns moradores tiveram a água de volta na última quinta-feira, no entanto, muitos dos moradores ainda não tiveram a água restabelecida.

Além do fato de que a falta de água degrada a condição humana dos moradores e os humilha, já que ficam sem banho e sem condições de ter seus objetos, casa e outros limpos, a situação piora no período em que estamos, no qual há uma pandemia que se alastra quando há falta de condições para a higiene pessoal e de objetos.

A falta de água, portanto, é um ataque direto à população de Santa Marta, que pode sofrer um aumento gigantesco dos casos de coronavírus. O vírus só se alastrou com essa facilidade por conta dos ataques da burguesia aos trabalhadores na chamada política neoliberal, que destruiu inúmeras economias pelo mundo, privatizando várias empresas estatais e destruindo muitas outras.

Essa política, que se baseia em destruir as condições de vida dos trabalhadores para que a burguesia continue mantendo suas taxas de lucro, foi endurecida contra os trabalhadores brasileiros após o golpe de estado.

A empresa responsável, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro  (CEDAE), apesar de ser majoritariamente controlada pelo estado, realiza a distribuição de água com o intuito de fazer os acionistas da empresa lucrarem e não o de entregar água para toda a população. Por conta disso é preciso lutar pela estatização total da CEDAE, assim como os trabalhadores devem ter o controle da empresa.

Somente com a retirada da empresa das mãos da burguesia é que os moradores de comunidades como a de Santa Marta terão água todos os dias, podendo melhor combater doenças e não sofrendo todas as mazelas que a falta de água proporciona. É preciso, portanto, uma mobilização das massas contra o golpe de estado, contra todos os golpistas, contra Jair Bolsonaro e na luta pela restituição dos direitos políticos de Lula e por sua eleição.

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