Cultura contra fascismo
Scott Buckley, músico australiano e autor da música “Ômega”, não gostou que ela foi usada pelo secretário Mário Fria em campanha fascista
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Secretário de Cultura de Bolsonaro, Mário Frias | Foto: Redes Sociais/Reprodução

O internauta Pierre Sacoman pergunta ao músico australiano em Inglês: “Ei, Scott Buckley, o governo de extrema direita brasileiro pagou para você usar a faixa “omega” no vídeo promocional que publicaram ontem, sem dar crédito a você?” O músico, que não gostou de ter uma de suas músicas como trilha do vídeo de lançamento da websérie, então respondeu: “Ei! Não – nenhuma licença paga por este uso. Eles apenas usaram. Definitivamente, não apoio suas opiniões políticas, nem quero seu dinheiro. Esta é outra desvantagem de lançar minha música livremente” e depois disso informou, neste sábado dia 5, que pediu ao Twitter e ao YouTube a remoção do vídeo “Um Povo Heróico”, uma produção fascista feita pela Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência). do governo Bolsonaro e protagonizada pelo secretário de Cultura, Mário Frias.

Buckley explicou que apesar de não compartilhar das visões políticas do governo brasileiro, não precisou permitir o uso da canção, pois tem licença de uso aberta e pode ser usada por qualquer um, contanto que seja dado os devidos crédito. O vídeo em questão aborda temas ultranacionalistas, onde exalta figuras militares como “heróis” e condena a esquerda, compactuando com o projeto de lei apresentado pelo filho do fascista Bolsonaro, e deputado, Eduardo Bolsonaro, onde criminaliza a apologia ao comunismo, caindo bem a calhar a chamada.

Bolsonaro e seus comparsas não cansam de passar vergonha, o ocorrido mostra a impopularidade do governo, onde o ex-ator global tenta ser convincente, mas na verdade acaba sendo ridicularizado, mostrando suas intenções que é de oprimir o povo, pois o secretário em questão, vem desde o golpe de 2016 defendendo a direita e se apresentando como bolsonarista roxo. O problema do governo que está aí, é sua impopularidade que vem dessas apresentações, onde homenageiam generais e torturadores do passado, querendo impor os novos a atual situação, prosseguindo em sua operação de destruição da cultura nacional

O que os fascistas de plantão ainda não entenderam, é que um povo oprimido primeiro tem medo, mas depois se revolta e os opressores sempre acabam dependurado em praça pública. Aqui no Brasil houve um erro no passado, que esses militares criminosos acabaram anistiados por conta de uma capitulação. Mas acontece é que se aprende com os erros do passado e casos como esse mostra o interesse da maioria da população, que é o fim desse governo, que vai se dar com o povo nas ruas exigindo definitivamente o “Fora Bolsonaro e Todos os Golpistas” e eleições gerais com Lula candidato.

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