Ônus da crise
Patrões da aviação, ávidos para manterem intactos seus recursos, decidiram cortar na carne do trabalhador
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Avião da Latam Foto: Reprodução |

Na última sexta-feira (27), o sindicato Nacional dos Aeroviários (SNA) anunciou ter feito acordo com a Latan neste período em que se aprofunda a crise em relação ao cononavírus.

Conforme o acordo, os trabalhadores terão que reduzir o salário, ou seja, dos 30 dias, os aeroviários trabalharão 15. O acordo tem duração de três meses a começar do dia primeiro de abril até o dia primeiro de julho, podendo ser prorrogado até o mês de setembro, porém os trabalhadores terão seus salários reduzidos.

Os patrões da aviação como a LATAM, empresa onde foi firmado o acordo, ávidos para manterem intactos seus recursos, decidiram cortar na carne do trabalhador, colocando-os em casa, mas sabedores de que se alimentam, tem despesas e contam com o que recebem para realiza-las, mas não dão a mínima, muito ao contrário, já estão aguardando por parcela do montante de R$ 1.200.000.000.000,00 (um trilhão e duzentos milhões de reais), verba destinada aos empresários, para que possam passar esse período de turbulência sem danos, sendo inclusive, apenas algumas das medidas tomadas pelo governo golpista do fascista Bolsonaro, dos banqueiros e dos patrões, como: a postergação dado recolhimento de tarifas de navegação aérea, adiamento do pagamento das outorgas aeroportuárias sem cobrança de multas e das  obrigações de reembolso das empresas aéreas.

As demais empresas não realizaram nenhum acordo, porem, a Gol apresentou uma proposta para que seja avaliada.

No entanto com o acordo entre os patrões e a LATAM, em consequência do Covid-19 é um banho de água fria para os trabalhadores que terão que ficar em casa durante 15 dias, com redução de seus salários: uma capitulação vergonhosa contra as conquistas dos trabalhadores.

Os patrões querem colocar a conta por conta da crise nas costas dos trabalhadores é, necessário que eles, juntamente seus governos, no caso o fascista Bolsonaro, responsáveis pelo caos no país que arquem com toda a crise.

É necessário, no entanto que as direções do movimento operário e populares, a partir da Central Única dos trabalhadores (CUT) discutam a situação, tirando um plano emergencial que dê conta da situação.

Dentro desta questão está a formação de comitês populares.

Fora Bolsonaro, eleições gerais!

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