Desastre econômico
Brasil deve fechar a década com PIB per capita 5,9% mais baixo se comparado a década anterior. Números são resultado dos ataques da direita aos trabalhadores após o golpe de Estado
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BRASÍLIA,DF,14.11.2018:BOLSONARO-REUNIÃO-MAIA - O Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) se reúne com o presidente eleito Jair Bolsonaro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde ocorrem as reuniões da equipe de transição, em Brasília (DF), na manhã desta quarta-feira (14). (Foto: Fátima Meira/Futura Press/Folhapress)
Extrema direita e direita "civilizada", nenhuma diferença quando se trata em atacar os trabalhadores | Foto: Reprodução
BRASÍLIA,DF,14.11.2018:BOLSONARO-REUNIÃO-MAIA - O Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) se reúne com o presidente eleito Jair Bolsonaro no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), onde ocorrem as reuniões da equipe de transição, em Brasília (DF), na manhã desta quarta-feira (14). (Foto: Fátima Meira/Futura Press/Folhapress)
Extrema direita e direita "civilizada", nenhuma diferença quando se trata em atacar os trabalhadores | Foto: Reprodução

O golpe de Estado que ainda está em curso no Brasil e a série de acontecimentos decorrentes das políticas direitistas levaram o país a um verdadeiro desastre econômico, e isso se reflete nos dados do PIB (Produto Interno Bruto), da renda média dos trabalhadores, entre outros indicadores. Neste ano, a previsão de queda do PIB é de 4,5% mas o cenário de destruição econômica vem ocorrendo há mais tempo, não só em decorrência da pandemia e da crise econômica, onde o Brasil deve fechar a década com um crescimento do PIB de apenas 2,2%, muito distante dos 30,5% do crescimento da economia global.

De 2014, ano que o golpe começou a se intensificar, até 2017 a economia brasileira sofreu grandes perdas e o PIB per capita, ou seja, por habitante, teve uma queda 7,8%. De acordo com o Ministério da Economia, o Brasil deve fechar a década com uma queda de 5,9% do PIB per capita em relação à década anterior. Os dados são o reflexo das políticas de cortes de investimentos do governo em áreas fundamentais como a Educação, que somente para 2021 os cortes devem ultrapassar os R$4,2 bilhões, além da maior burocratização ao acesso e os cortes em programas de distribuição de renda como o Bolsa Família e até mesmo o Auxílio Emergencial, que deve terminar no final deste ano. Entre 2014 e 2018 a renda dos 5% mais pobres do país caiu 39%, o que levou 3,4 milhões de trabalhadores a situação de extrema pobreza, um aumento de 71,8% no período, e isso se deve principalmente aos cortes de benefícios do Bolsa Família e o aumento da procura pelo programa.

As reformas propostas e aprovadas pela direita em direitos essenciais dos trabalhadores também são grandes responsáveis pela queda do PIB e consequentemente na renda dos trabalhadores como a reforma trabalhista e a reforma previdenciária. Além disso, outros fatores influenciam diretamente no PIB nacional, como a privatização de empresas estatais, venda de refinarias e outros aditivos que geram lucro ao Estado para empresas imperialistas entre outros.

A situação brasileira pós golpe é crítica, pois a direita colocou em prática um verdadeiro projeto contra os trabalhadores, com retirada de direitos, venda de patrimônios estatais, cortes em áreas essenciais para a qualidade de vida dos trabalhadores além dos cortes em programas que visam uma maior distribuição de renda. Todos esses ataques aos trabalhadores estão diretamente relacionados aos dados cada vez mais decadentes da economia brasileira, afinal a grande massa de trabalhadores continua sendo prejudicada para beneficiar apenas uma parcela mínima de brasileiros que se encontram na burguesia.

Os números e dados da Economia e a vida dos trabalhadores só irão voltar a crescer se a luta contra o governo Bolsonaro e todos os golpistas for vencida, e para isso acontecer só será possível com a mobilização dos trabalhadores pelos seus direitos, pelo governo dos trabalhadores e pela candidatura de Lula presidente em 2022, a luta política dos trabalhadores pelos seus direitos é também pela sua sobrevivência.

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