A farsa da democracia burguesa
Os EUA não possuem nenhum compromisso com a democracia, seu objetivo na Venezuela é tão somente destruir o país para roubar todas as suas riquezas.
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Festival de música "Venezuela Aid Live", realizado em 2019 e financiado pelo imperialismo. | Foto: Juan Barreto

No ultimo dia 27 de maio, Tim Gill, um pesquisador norte americano revelou que teve acesso a documentos de 2011 que comprovam que os Estados Unidos  financiaram bandas de rock venezuelanas para contaminar a juventude do país com músicas que pudessem minar o governo da Venezuela, que à época era liderado por Hugo Chávez. Na ocasião aproximadamente 10 bandas foram contratadas para produzir novas músicas e o esquema de teria custado 22.970 dólares.

O projeto ao que tudo indica teve continuidade e no ano passado (2019) um festival de música foi realizado na Colômbia na fronteira com a Venezuela, financiado por um empresário da aviação britânico. Esse tipo de revelação não chega a ser surpresa diante das investidas muito mais duras dos imperialistas para destruir a Venezuela, que já sofreu inúmeras ameaças e tentativas de invasão dos EUA. As quais são sempre denunciadas pelo governo venezuelano mas que são noticiadas pela imprensa burguesa internacional como “teoria da conspiração” para invalidar as alegações contra os imperialistas .

Os documentos teriam apontado ainda que o financiamento de novas músicas seria para “promover uma maior reflexão entre os jovens venezuelanos sobre liberdade de expressão, sua conexão com a democracia e o estado da democracia no país”. Esta é quase sempre a justificativa usada pelas potencias capitalistas para atacar seus inimigos: a defesa da democracia. O que é uma farsa quando o imperialismo tendo em vista que os EUA possuem uma política externa e interna extremamente antidemocrática, exemplo disso é que há alguns dias o presidente dos EUA chamou os manifestantes que se levantam em todos os Estados norte-americanos de bandidos e em retaliação deixou claro que sua polícia fascista atiraria neles.

Por sua vez, a Venezuela é um país com uma enorme reserva de petróleo o que o coloca sob os olhares das potencias capitalistas que tendem a comandar esses países e roubar suas riquezas. No caso da Venezuela, porém os EUA encontrou obstáculos em aplicar sua política de destruição, isto porque o governo venezuelano se coloca firmemente como anti imperialista e  não recua diante das ameaças fascistas dos imperialistas. Os ataques vão de impor embargos econômicos à Venezuela e colocar o presidente do país, Nicolás Maduro como procurado por trafico internacional de drogas na lista da Interpol, até tentativas de invasão sorrateiras ao país como aconteceu ainda no mês passado.

A Venezuela é um ponto de bastante fragilidade para os EUA e um impeditivo para sua política de dominação e exploração dos países da América do Sul, representando ainda uma ameaça para que esta política vigore na região. Desta forma os ataques contra o governo venezuelano, seja inflamar a juventude contra o governo, seja autoproclamar um presidente ilegítimo como Juan Guaidó, não tem nenhum compromisso com a democracia ou o bem estar do povo da Venezuela que tem morrido como consequência dos embargos impostos, mas tem como objetivo tão somente tomar o controle do país para destruí-lo enquanto explora o povo venezuelano e rouba todas as suas riquezas para sustentar o capitalismo norte-americano.

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