Comida e remédios
Em plena pandemia, o imperialismo impõe a escassez de alimentos e remédios na Venezuela pelo embargo. Precisamos combater essa política que tenta subjugar o povo pobre do mundo!
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Washington (Estados Unidos), 18 de marzo de 2015. Edificio de la Organización de Estados Americanos. Foto: Luis Astudillo C. / Cancillería
Pelo fim da política imperialista da "América para os americanos"! | Foto: Cancillería del Ecuador

A Venezuela foi um dos países mais atacados pelo Imperialismo mundial nos últimos anos. Fato esse que se concretizou por meio de embargos, confiscos, ameaças militares, ofensivas para-militares, as ações contra esse pequeno país sula-americano são inúmeras. Em meio a tantas confusões sobre este tema, nos propomos a explicar e também dar nossa defesa de principio ao povo venezuelano.

Em 2013, o governo Maduro teve seu primeiro mandato. Até então o boicote à econômica era formalizado por algumas poucas ações de bloqueio e o que já podia ser visto pela baixa das cifras em 2014 e 2015. Já no governo “democrático” de Obama, a fração ligada a política imperialista norte-americana tomou a dianteira da ofensiva contra nosso povo irmão. O decreto de Obama coloca o governo Maduro como “ameaça à segurança nacional e à política externa americana” o que justificaria todo o confisco presente e futuro de ativos em território americano ou em posse americana.

Não atoa o prazo desse decreto foi prorrogado posteriormente por Trump, ele é o início de tudo. Nos anos que se seguiram o bloqueio das contas internacionais pelas quais o governo venezuelano recebia os pagamentos referentes às importações. Assim como o cancelamento das contas com a ajuda da oposição pró-imperialista dentro do parlamento venezuelano que impediu o uso do mercado financeiro como espaço para importação de recursos.

Ao mesmo tempo duros ataques às empresas estatais petroleiras PDVSA (conhecida no Brasil como Petróleos da Venezuela) e sua subsidiária Citgo, uma empresa responsável pelo refino e distribuição do petroléo venezuelano, pavimentaram o fechamento dos mercados americanos para a Venezuela. Com pouca exportação de petróleo, que é a maior fonte da renda do país, e pouco acesso às importações, a Venezuela não consegue suprir sua demanda por comida e remédios, entre outros produtos dos quais 50% em média eram oriundos de importação.

O resultado é a grande inflação que ouvimos falar na mídia golpista, é claro, com aquele argumento tradicional de culpabilizar por toda desgraça sobre o povo venezuelano os seus próprios governantes. Hoje não mais podemos acreditar nem mesmo por um minuto que todo o esforço imperialista de colocar o povo latino-americano contra nossos hermanos seja por algum tipo de bem. O lucro dos capitalistas é inclusive mantido por guerras se possível, como o caso das ameaças e ofensivas dos países imperialistas na Venezuela.

É preciso denunciar a verdadeira face do imperialismo que causa tanta dificuldade à emancipação do povo venezuelano! A auto-determinação dos povos é um direito fundamental, temos que defende-lo! Em partes, isso também passa por derrotarmos o fascismo que apoia às ofensivas imperialistas no país e os golpistas também alinhados ao bloco pró-imperialista. Fora Bolsonaro e todos os golpistas! Por Lula candidato!

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