Como funciona a ecologia do imperialismo: noruegueses tinham duto para jogar dejetos na Amazônia

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Da Redação – Além de um vazamento de restos tóxicos de mineração, que contaminou diversas comunidades de Barcarena, no Pará, a mineradora norueguesa Hydro usou uma “tubulação clandestina de lançamento de efluentes não tratados” em um conjunto de nascentes do rio Muripi.

Após negar irregularidades, a Hydro admitiu, em nota, a existência do canal encontrado por pesquisadores.

A multinacional produtora de alumínio, cujo acionista majoritário e controlador é o governo da Noruega, confirmou o vazamento de uma barragem que continha soda cáustica e metais tóxicos, após chuvas fortes na região.

Após denúncias feitas por moradores de comunidades próximas sobre o vazamento, a Hydro divulgou a seus clientes uma nota em que classificava o episódio como “boato”, afirmando que “não houve vazamentos ou rompimentos” nos depósitos. Depois, voltou atrás e admitiu, depois de flagrados.

Essa situação é parte dos planos do imperialismo para usar a Amazônia brasileira como se fosse um lixão do mundo e nos tomar o nosso território. É preciso denunciar e se opor a esse crime ecológico e desnacionalização de partes do território brasileiro.