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Brasília - O deputado Jair Bolsonaro discute com a deputada Maria do Rosário durante comissão geral, no plenário da Câmara dos Deputados, que discute a violência contra mulheres e meninas, a cultura do estupro, o enfrentamento à impunidade e políticas públicas de prevenção, proteção e atendimento às vítimas no Brasil. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
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Jair Bolsonaro voltou a defender a esterilização forçada de pobres, como meio de combater a miséria e a criminalidade.

Para o direitista, a solução para o problema da desigualdade no Brasil seria o efetivo extermínio da população pobre, e ele não faz nem questão de esconder isso.

O discurso é disfarçado com o rótulo de “planejamento familiar”, mas na verdade trata-se de uma política brutal contra o povo.

A mesma solução ditatorial proposta por Bolsonaro foi aplicada no Peru, entre os anos 1990 e 2000, durante o governo de Alberto Fujimori.

Nesse período, mais de 300 mil mulheres peruanas, todas de origem indígena e/ou de famílias pobres, foram sequestradas, ameaçadas e intimidadas por agentes do governo. Elas eram trancadas em “clínicas”, amarradas e tinham o procedimento de esterilização (e em alguns casos de aborto) feitos contra a sua vontade.

Que o candidato da extrema-direita esteja defendendo essa prática serve para explicar o modo de pensar de uma parte significativa da burguesia brasileira, peruana e de diversos outros países: exterminariam todos os pobres, se não precisassem deles para continuarem ricos.

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