Como age o imperialismo: ex-embaixador dos EUA propõe que Brasil mate venezuelanos de fome

SHANNON DICE EEUU DARÁ "EMPUJÓN FUERTE" A MEJORAR SEGURIDAD EN CENTROAMÉRICA

Como já se esperava, o governo norte americano, por meio de Thomas Shannon, ex-embaixador dos EUA no Brasil durante a preparação do golpe que depôs de maneira criminosa a presidenta eleita Dilma Rousseff (2010 a 2013), vem a público ameaçar a economia brasileira por meio de “sugestões” ao governo ilegítimo de Jair Bolsonaro, eleito por uma enorme e evidente fraude.

Assim como é sugerido a quem pula de um avião, que puxe a cordinha que abre o paraquedas, o governo dos EUA se acham no direito de fazer sugestões ao governo brasileiro, para conforme afirmou Thomas Shannon, “reduzir o apetite em Washington para adoção de tarifas”, ou seja, livre comércio para os países atrasados e dominados e protecionismo de mercado para os EUA.

O chanceler norte-americano, afirma em entrevista à golpista Folha de São Paulo, que apesar de entender a importância das relações comerciais entre Brasil e China, julga ser mais apropriado para a economia brasileira priorizar as relações comerciais com os EUA.

As “sugestões” do governo imperialista de Trump ao subserviente sistema político brasileiro, personificado no miserável fascista Jair Bolsonaro, são na realidade imposições para que o governo tenha estabilidade para existir.

Além dessa imposição ao governo lacaio de Bolsonaro, o chanceler de maneira vil e desumana também sugere que o governo brasileiro deva cortar as relações comerciais com a Venezuela, no intuito de impor ao país vizinho uma crise de desabastecimento, para levar a população à miséria e à fome.

Essa política de embargo econômico é utilizada pelos EUA com a intenção de derrubar governos que se opõe às nefastas intenções de dominação e controle de suas riquezas. Assim foi e é contra Cuba, assim está se desenhando contra a Venezuela.

Para os capitalistas a vida da população pobre é o que menos importa. Se for para satisfazer sua ganância de dinheiro e poder não exitarão em matar milhões de pessoas de fome ou em suas guerras.