Comitê cubano denuncia eleição fraudulenta de Bolsonaro com apoio do imperialismo e pede movimento pela liberdade de Lula

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Da redação – O Comitê Internacional Paz, Justiça e Dignidade aos Povos, formado por jornalistas, trabalhadores e ativistas cubanos, e com membros em países do mundo todo, denunciou a eleição fraudulenta de Jair Bolsonaro no Brasil.

O organismo lembrou o apoio de Steve Bannon, ex-estrategista da campanha de Donald Trump nas eleições norte-americanas de 2016 e ex-membros do governo dos EUA, bem como o suporte do senador republicano Marco Rubio, o que configura um dos muitos casos de fraude para eleger Bolsonaro, uma intromissão do imperialismo na política e nas eleições brasileiras.

Além do caráter entreguista do candidato do PSL, o Comitê denunciou que ele é um presidente escolhido pela burguesia para levar a cabo os piores ataques contra o povo e os trabalhadores, “agradando as pretensões da oligarquia brasileira”.

Também denuncia o avanço do imperialismo na região, dando golpes de estado e derrubando governos nacionalistas. “América Latina corre sério perigo de reeditar um novo Plano Condor. Aperta-se o cerco sobre Cuba, Venezuela, Nicarágua, Bolívia e El Salvador. É hora de formar uma grande Frente Antifascista que possa retomar o curso que traçaram Fidel e Chávez.”

A nota termina prestando solidariedade ao movimento popular brasileiro e pedindo a construção de um amplo movimento internacional pela liberdade do ex-presidente Lula: “Chamamos à consciência de todos, a redobrar a solidariedade internacional pela liberdade de Lula, em apoio ao Partido dos Trabalhadores, ao Movimento dos Sem Terra, aos setores LGTB e todos os que resistirão os planos de fome, perseguição e falta de liberdades no Brasil.”

“Liberdade a Lula! Solidariedade com os que lutam e resistem. Não Passarão!”, conclui a nota.