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EPI4857 SOROCABA/SP 06/06/2018 POLITICA /PRISAO CONFUNDIDA/POLICIA FEDERAL/EMBARGADO.Na foto o professor e secretario do sindicato do Comerciarios de Sorocaba Ruy Queiroz Amorim que foi preso por confusao de nome na cidade de Sorocaba pela Policia Federal.FOTO EPITACIO PESSOA/ESTADAO
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Da redação – A prisão por engano do ex-presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio (Sincomerciário) de Sorocaba (SP), Ruy Queiroz Amorim, no dia 30 de maio em Sorocaba (SP), liga um sinal de alerta sobre o aumento da perseguição que foi iniciada pela golpista Operação Lava-Jato, agora sobre os sindicatos e centrais sindicais, no marco da “Operação Registro Espúrio”.

A investigação, agora envolvendo a Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Trabalho, afirmou que um “interlocutor” foi identificado no celular como “Amorim UGT”. A Polícia Federal prendeu o sindicalista pelo conteúdo da conversa com o funcionário do ministério. O equívoco foi identificado um tempo depois, mas não é o fato que nos interessa analisar aqui. 

O fato que importa aos trabalhadores que lutam contra os golpistas, pela autonomia dos seus sindicatos, pela liberdade de Lula, é que a direita está avançando frontalmente espionando as organizações operárias, prendendo dirigentes de uma central “pelega”, para criar uma situação de Lava Jato sindical, justificando uma perseguição dos sindicalistas em geral que, como visto em todos os outros momentos do golpe, acaba nas maiores organizações de esquerda, como, neste caso, será na Central Única dos Trabalhadores (CUT).

Sendo assim, temos que deixar claro que este suposto erro, denunciando uma suposta fraude de registro envolvendo essa central que não tem popularidade nenhuma para chegar à gigantesca CUT, demonstra o interesse da burguesia de destruir os sindicatos combativos, como também fizeram anteriormente com a destruição das leis trabalhistas da CLT, retirando a obrigatoriedade do imposto sindical.

É de suma importância para a luta da classe operária, denunciar o avanço dessas perseguições jurídicas, como também do aparato repressivo, de grupos fascistas que atacaram sedes de sindicatos, a caravana de Lula e outras diversas instâncias dos tentáculos da burguesia contra as organizações dos trabalhadores. Ainda mais dentro de um golpe de Estado que retira do poder e prende ex-presidentes sem provas.

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