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O Rio de Janeiro se tornou o primeiro estado da federação a sofrer mais diretamente os efeitos do golpe de Estado. Cortes de gastos, demissões, prisão de ex-governadores, o estado está em uma crise total.

Além disso, o povo carioca esboça uma reação diante do golpe, especialmente diante da prisão de Lula, que é uma medida especial para os golpistas e para o aprofundamento dos ataques da direita.

A reação veio apresentada em uma faixa, na Rocinha, dizendo que se o Supremo Tribunal Federal (STF) prendesse Lula, a favela iria descer o morro. Ou seja, o povo iria reagir a mais esta arbitrariedade dos golpistas.

Diante desse cenário, o presidente golpista Michel Temer, com medo da mobilização do povo, e em reunião com outros golpistas, decretou intervenção de segurança pública no Rio de Janeiro. Para tanto, foi nomeado ou o general Walter Souza Braga Neto, do Comando Militar do Leste (CML), como o interventor no estado.

Essa intervenção é mais uma ação para aprofundar o golpe de Estado e precisa ser duramente denunciada. Trata-se de uma medida para deixar o povo carioca debaixo das botas dos militares, e comprova que os golpista vão às últimas consequências para levar adiante as medidas impopulares da direita.

É preciso reagir desde já contra a intervenção militar no Rio de Janeiro. Essa intervenção é uma experiência para todo o País, para todos os estados que se rebelarem contra as medidas do golpe de Estado.

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