Cinema
O festival que teve início dia 22 de outubro, é distribuído online em plataformas digitais, com acesso gratuíto e sessões em cinemas ao ar livre em São Paulo
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O artista chinês Ai Weiwei posa para uma foto após uma entrevista em Berlim, Alemanha | Foto: AP Photo

A 44ª Mostra Internacional de Cinema em São Paulo em 2020, oferece uma seleção das produções do cinema contemporâneo mundial. Teve início em 22 de outubro e irá até 4 de novembro e será predominantemente online. Além de dois cinemas ao ar livre na capital paulista: o Belas Artes Drive-In e o CineSesc Drive-in que será a exceção das apresentações online, em duas semanas, serão selecionados 198 títulos de 71 países em três plataformas: a Mostra Play , o Sesc Digital e a Spcine Play, sendo as duas últimas com produções de acesso gratuito.

Reproduzindo tendências, narrativas e estéticas compostas por: Apresentação Especial, Competição Novos Diretores, Mostra Brasil, Mostra Brasil – Competição e Perspectiva Internacional. O festival discute o impacto da pandemia na indústria e o futuro do audiovisual no IV Fórum Mostra.

A Mostra internacional de Cinema inicia com o filme sobre Covid-19, Coronation, que é um documentário de 2020 dirigido pelo ativista chinês Ai Weiwei. O filme documenta os acontecimentos na cidade de Wuhan, China, durante a pandemia global de coronavírus, e como o governo e os cidadãos do país responderam e foram impactados pelo surto. Outros destaques são:

“Cracolândia”, o documentário discorre sobre os impactos da região de tráfico e uso de crack ao céu aberto em São Paulo, uma Cracolândia. Uma análise dos efeitos, dependência e prática de combate da sociedade e governantes paulistas.

“Dente por Dente” 2020, o suspense conta a saga de Ademar na busca do paradeiro do seu sócio Teixeira. Aliado a Joana, esposa de Teixeira, uma dupla desvenda durante a investigação que Teixeira estava presente em ações criminosas. O longa mostra Ademar em busca da verdade, trilhado por premonições assustadoras por meio dos sonhos.

“De Volta para Casa – Marina Abramovic e Seus Filhos”, o croata Boris Miljkovic adentra na rotina da multiartista sérvia Marina Abramovic , em sua preparação para uma exposição The Cleaner: uma retrospectiva da carreira do performer pela Europa, com destino final a sua cidade natal, Belgrado, um lugar no qual ela não visita há 40 anos.

“Entre Nós Um Segredo”, o documentário mostra o malinês Toumani Kouyaté, que mora no Brasil com sua família, tendo que retomar com urgência ao seu país, pronto para escutar a sabedoria e de seu avô, que sente a morte se aproximando e precisa contar os segredos e tradições de sua cultura e povo.

“Glauber, Claro”, o documentário aborda a vida e obra do cineasta baiano Glauber Rocha (1939-1981) na Itália, durante seu exílio entre 1970 e 1976, revisitando os registros e relatos de amigos e colaboradores de seu penúltimo longa-metragem, Claro (1975), produzido em Roma. O doc aborda temas como o Cinema Novo, underground, o neorrealismo e a militância política.

“Mães de Verdade”, frustrados após várias, sem sucesso, de engravidar, Satoko e o marido buscam a adoção de um menino como alternativa para concretizar o sonho de serem pais. Após alguns anos, Hikari surge defendendo ser a mãe biológica do garoto e abala uma estrutura familiar de Satoko, o marido e o filho.

“Mate-o E Deixe Esta Cidade” , a animação do polonês que já teve investigações no MoMA e Museu Nacional do Rio de Janeiro, narra a história de um protagonista que se esconde num refúgio de memórias, onde todos os seus entes queridos falecidos ainda estão vivos, os heróis e desenhos animados de sua infância surgem sem serem examinados e a compreensão de que todos envelheceram e é preciso encarar o mundo real.

“O Nome Encravado em Seu Coração” (2020), baseado em uma história real, o longa mostra a batalha de A-han e Birdy, dois rapazes que se apaixonam nos tempos de colégio durante os anos 1980. O filme revelado o enfrentamento da homofobia e as mudanças relevantes em Taiwan, o primeiro país asiático a legalizar o casamento entre pessoas LGBTQIA + .

“O Pequeno Refugiado”. Uma ficção turco-iraniana idealiza sobre o que teria acontecido com Aylan, o menino sírio que teve seu corpo emergido na praia de Bodrum, na Turquia, quando o bote em que estava com a família rumo à Grécia virou em alto-mar. Um realismo mágico no mundo dos refugiados e vítimas de guerra, que recorrem às fronteiras em busca de uma vida melhor.

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