41,4% na informalidade
Com a crise e a destruição dos direitos trabalhistas feita por Bolsonaro, 38.806 milhões de trabalhadores estão sem carteira assinada, ou seja, sem nenhum direito
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Golpe e Bolsonaro impulsionaram a informalidade. Foto ilustrativa: Neil Moralee/Flickr (CC BY-NC-ND |

Da redação – O número e o percentual de trabalhadores brasileiros que labutam na informalidade – ou seja, sem carteira assinada e semelhantes – atingiu seu recorde: são 38.806 milhões (41,4% da força de trabalho ativa do País), segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a respeito do terceiro trimestre deste ano, divulgado hoje (31).

A pesquisa faz uma discriminação dentro desse contingente: no setor privado, os trabalhadores sem carteira assinada são 11.838 milhões; os domésticos são 4.536 milhões; os trabalhadores por conta própria sem CNPJ representam 19.504 milhões; enquanto que 801 mil são empregados sem CNPJ e há 2.127 mil trabalhadores familiares.

Levando em conta somente os trabalhadores do setor privado sem carteira assinada (11,8 milhões), o crescimento foi de 2,9% em relação a 2018, sendo também o recorde histórico desde que o IBGE iniciou a pesquisa, em 2012.

Outro dado apontado pelo estudo é a falta de trabalho (considerada “subutilização” da força de trabalho) para 27,5 milhões de brasileiros, ou seja, 24% (quase um quarto) da população economicamente ativa. Desses, por exemplo, 12,5 milhões estão literalmente desempregados e 4,7 milhões são considerados “desalentados” (desistiram de procurar emprego porque não o encontram).

Essa catástrofe para a classe trabalhadora é resultado direto do golpe de Estado de 2016, que levou a direita ao poder para destruir todos os direitos da população e entregar as riquezas e recursos nacionais aos grandes monopólios imperialistas. Tira-se todas as conquistas históricas do povo brasileiro para encher os bolsos dos banqueiros e demais saqueadores.

O governo Bolsonaro é um fantoche nas mãos dos grandes capitalistas. Como tal, tem atacado brutalmente a classe operária. A reforma trabalhista que foi iniciada por Michel Temer, a incineração da CLT e a reforma da previdência são os maiores exemplos desse ataque aos direitos dos trabalhadores.

A classe operária, por isso, está cada vez mais revoltada contra o governo ilegítimo e de extrema-direita. O papel da esquerda é organizar essa revolta popular e transformá-la em um gigantesco movimento de massas que coloque abaixo o regime bolsonarista e todo o golpe de Estado. Essa é a única maneira de reaver as conquistas históricas dos trabalhadores: colocando o governo a serviço da classe operária, através de eleições gerais e uma Assembleia Constituinte, na qual os setores populares tenham total protagonismo.

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