Amazônia
Queimadas e desmatamento no Brasil
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10 de Abril de 2012 - Greenpeace faz sobrevoo dos canteiros das obras da Usina Hidreletrica de Belo Monte. Na foto, obras da casa de força, localizada no fim do canal. Foto Marizilda Cruppe/EVE/Greenpeace.
Dados divulgados pelo Inpe apontam o resultado da política Bolsonarista para o meio ambiente | Jeso Carneiro

Foram divulgados pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) os dados preliminares da situação do desmatamento na Amazônia. A taxa oficial de 2020 é de 11.088 Km², a maior taxa observada desde 2008. Apresentando alta de 9,5% em comparação à 2019. Os dados assustadores denunciam um crescimento de 70% no aumento da destruição da região, para se ter ideia do tamanho do crime e do que se projeta, de 2009 a 2018, a média apurada foi de 6.500 Km² por ano.

O Brasil possui uma lei nacional chamada PNMC Política Nacional sobre Mudança do Clima, que estipulava uma taxa máxima de 3.925 Km² em 2020, ou seja, o governo com sua política predatória de favorecer o latifúndio está a 180% acima da meta. Além de descumprir a lei nacional, também não terá condições de cumprir o acordo de Paris. O desmatamento acarreta também, segundo os dados, na emissão de gases de efeito estufa.

Esse é o resultado da política ambiental encaminhada no país pelo golpista Bolsonaro com aval de todas as instituições brasileiras, beneficiar o latifúndio, madeireiras, garimpo e grileiros, deixando que façam o que quiserem para obter o que desejarem pelos meios mais perversos.

Para diminuir a pressão nacional e internacional sobre os desmatamentos, o  governo institui a “Operação Verde Brasil”, na qual recrutou mais de três mil militares para conter as queimadas que assolaram a Amazônia e o Pantanal durante quase todo o ano, além de conter invasão de terras indígenas para desmatamento e disseminação do coronavírus. Porém os dados apresentados pelo Inpe apontam porque os militares foram para as áreas afetadas, já que com a presença deles o número de violações mais que aumentaram, o que fato está de acordo com o plano do governo.

Bolsonaro, para beneficiar os poderosos latifundiários, junto ao seu ministro do meio ambiente e contando com o silêncio dos outros poderes, quando não com a concordância, desmontou toda a estrutura protetiva do meio ambiente, deixando em risco os povos do campo e da floresta. Colocou militares de sua confiança em postos chaves, como Ibama, Funai e Conselho Nacional do Meio Ambiente, promoveu demissões em entes federais que divulgaram dados sobre o desmatamento e as queimadas, acusou indígenas e ribeirinhos de destruir a Amazônia e o Pantanal, não liberou recursos destinados para as políticas ambientais, beneficiou com projetos de lei o latifúndio, entre outras tantos crimes.

Além da destruição ambiental, as populações que vivem na Amazônia têm sofrido com as políticas encaminhadas, diversas terras indígenas, ribeirinhas, campesinas e quilombolas não foram homologadas, além de muitos terem sido despejados de suas terras ou brutalmente assassinados por pistoleiros a mando do latifúndio. Na velocidade em que anda as violações de direitos e o desmatamento a tendência é que a crise se aprofunde ainda mais, afinal, Bolsonaro e os golpistas que o apoiam tem ainda dois anos de carta branca para muita destruição.

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