Inflação em alta
Com Bolsonaro inflação vai a 0,86%; na época do “democrático” FHC, chegou a 1,37%
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A alta da inflação atinge itens básicos mais consumidos pela população, como a própria alimentação | Foto: Artur Luiz

O IPCA (índice de preços do consumidor amplo) teve 0,86% de alta inflacionaria em outubro, o maior índice já registrado desde 2002, quando bateu 1,31%. A alta se justifica pelo aumento dos valores dos alimentos e do transporte. Os dados divulgados pelo IBGE, as referem as famílias com renda de um a quarenta salários mínimos, ou seja, ataca toda a parcela mais pobre da população em itens de consumo de primeira necessidade. Para a classe trabalhadora brasileira sobreviver esta cada vez mais difícil, a inflação está nas alturas e o reflexo disso se da no custo de vida. Uma simples ida ao mercado consome quase toda a renda do povo; que já é baixíssima.

Itens de alimentação mais básicos e consumidos amplamente por todo a população tiverem aumentos extraordinários, os maiores exemplos disso, que impactaram a mesa do brasileiro foi o preço de arroz, que teve alta de quase 60% esse ano, além do óleo com aumento de 77,69%, limão e tomate com 50%.

Frente a essa situação desastrosa da economia no país, as críticas ao governo Bolsonaro aumentam muito por parte de setores da direita tradicional e da esquerda pequeno-burguesa, que vive a reboque da política da frente ampla; da política de aliança entre a esquerda e a burguesia, representada por essa mesma direita tradicional. Os representantes desses setores políticos se colocam como alternativa à Bolsonaro. Porém, o maior pico inflacionário que o país já teve foi em 2002, último ano do governo FHC.

O governo FHC adotou e implementou a sua época a receita neoliberal dos organismos internacionais, receita essa dada pra todo os países de economia dependente como o Brasil, que promoveram o empobrecimento da população a níveis nunca antes vistos, nem mesmo no atual governo Bolsonaro, além de entregar riquezas nacionais a preço de banana para as empresas imperialistas internacionais.

Logo, para a classe operária a saída da frente ampla apontada pela esquerda como PSOL, PCdoB e setores do PT, de jogar água no moinho de direitistas como FHC e Dória, só levara ao abismo mais rapidamente a classe trabalhadora, já que estes são mais eficazes em seguir as receitas imperialistas, porque eliminam a retórica radical de Bolsonaro e se atém a seguir a política neoliberal de forma pragmática.

O que se apresenta é um aumento no custo de vida que não dão sinais de diminuir nem com o governo Bolsonaro e nem com políticos da frente ampla. Quem pagará é o povo mais necessitado, por isso é preciso criar uma alternativa unificada de esquerda pelos direitos e em defesa dos trabalhadores. Fora Bolsonaro e Fora Frente Ampla.

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