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Na edição de ontem do programa Colunistas ao vivo do dia, o companheiro Rafael Dantas abordou como tema, a greve dos metroviários em São Paulo, que dá uma lição em todo o movimento nacional na luta contra o golpe.

“A cidade de São Paulo amanheceu hoje sobre a pressão e a força da greve dos trabalhadores metroviários, o sindicato marcou a paralisação de 24 horas, contra a privatização das linhas 5 e 17, a linha do monotrilho, ambas ainda mesmo em contrução prometidas para a iniciativa privada. O próprio sindicato afirma que o metrô está sendo operada de forma irresponsável pelos supervisores, que tem pouco treinamento pouco preparo para transportar a população da cidade. São os “Fura-Greves” entrando em ação, para defender a privatização.

O estado está vendendo a preço de banana duas linhas que estão sendo construídas com o orçamento e o dinheiro público. Eles esperam ainda que o contrato tenha uma renda de 10,8 bilhões de reais, e essa renda será arrebatada pela empresa que oferecer 189 milhões de reais e a promessa de se investir 3 Bilhões de reais nos próximos 20 anos. A licitação está marcada para a próxima sexta feira, e como todas as privatizações do Brasil, trata-se de mais uma fraude contra o povo brasileiro. Quem vai receber essas linhas de presente é a CCR, a mesma empresa que foi presenteada com a linha 4 amarela do metrô.

O contrato é feito sob medida para que essa empresa ganhe, uma vez que, só ela atende as exigências que fazem parte de uma licitação. Como acontece com toda a greve, o governo determinou que 80% da frota circule no horário de pico hoje. É a greve que não pode ser uma greve. É a burguesia tenta insistentemente em liquidar o direito de greve dos trabalhadores. Mais ainda; o secretário de transporte do estado de São Paulo Clodoaldo Pelissioni, já anunciou que vai tomar medidas contra a greve, porque segundo ele trata-se de uma greve política.

Para isso, o estado queria cobrar 100 mil reais por cada estação que ficasse fechada no dia da greve. Eles perderam uma liminar para o sindicato, e a multa será cobrada por cada dia de greve, ainda assim, é um ataque aos direitos dos trabalhadores de fazerem greve. Com muita demagogia, eles insistem em dizer que a privatização não irá afetar os trabalhadores, ao mesmo tempo em que, abriam e levavam adiante um plano de demissão voluntária, para limpar o quadro de funcionários. Essa manifestação dos metroviários, despertou novamente o ódio da imprensa burguesa contra o movimento popular, contra a reivindicação contra o movimento popular, contra a manifestação e luta por direitos. Logo pela manhã, as rádios anunciavam que a greve daria um ensejo a um quebra quebra. A Rádio Jovem Pam, porta voz da ala mais reacionária da direita, disse que eram notícias velhas, algo que já tinham visto na história do Brasil, e que o próximo passo é a baderna, os “black blocs”, a baderna. E assim como o espectro do comunismo assombrava o neoliberialismo nos E.U.A., aqui, o espectro, o fantasma que assombra a burguesia, é o fantasma da organização e luta popular.

Trata-se de um ataque que se dirige de conjunto ao método de organização e atividade popular. Nesta quarta feira, a PM anunciou que o ato que a CUT estava convocando para o MASP para o próximo dia 24/01/2018 no julgamento de Lula no TRF4 em Porto Alegre foi proibida por que o MBL já tinha reservado o local com antecedência. Como se a Avenida Paulista fosse um salão de festas, em que basta a reserva com antecedência fosse o suficiente para impedir que o povo a ocupe. Que maravilha que é a democracia, não é mesmo?. O Presidente da CUT já anunciou que irá recorrer da decisão, e que irá sim insistir em fazer a manifestação. É algo para se acompanhar de perto, visto que a PM apresente a desculpa de que não será possível, a história mostra que é possível sim fazer uma manifestação pública.

As manifestações de 2013 que até hoje assombram a burguesia, colocaram em seu dicionário palavras como “Black Blocs”, barricadas de rua e o medo  que a população avance sobre as barricadas do estado, e avance sobre a ditadura, e que desde 2013 atua única e exclusivamente para reprimir a população pobre e explorada das grandes cidades.

A greve que se realiza contra a ditadura, contra o estado burguês, é uma luta do povo trabalhador contra a direita, e que não ficou somente nos “Black Blocs”  de 2013. É necessário, uma ampla mobilização contra o golpe, e que quer impedir a ditadura da direita golpista.

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