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A política entreguista de Bolsonaro está avançando de maneira desenfreada. A visita realizada nesta semana aos Estados Unidos da América provocou o aprofundamento da política pró-imperialista do Governo Bolsonaro contra o povo brasileiro.  

Além de ter um caráter abertamente ideológico com declarações de Bolsonaro do tipo “estou me sentindo em casa” e do ministro entreguista da Economia, Paulo Guedes, “amamos os EUA”. A visita dos capachos bolsonaristas vai ter sérias consequências à soberania brasileira.

O governo ilegítimo de Bolsonaro, autoproclamado patriota, é o mais capacho, entreguista, vendilhão e traidor do Brasil. O patriotismo e o nacionalismo bolsonarista não passa de uma fachada puramente propagandista para esconder que te fato este é um governo abertamente vendido aos interesses imperialistas no Brasil.

Não foi só a entrega das estatais, como a Petrobrás e a bilionária reserva de petróleo do Pré-sal que estava em jogo e nem da Embraer. O encontro entre Bolsonaro e Donald Trump provou que governo ilegítimo está dominado por setores absolutamente pró-imperialistas.

A entrega da Base de Alcântara para consumo irrestrito dos norte-americanos vai deixar o Brasil a mercê dos interesses da estratégia militar dos EUA na América Latina. Inicialmente contra a Venezuela, mas também contra qualquer país que não seguir à risca a cartilha do imperialismo.

A entrada do Brasil na OCDE como país desenvolvido vai ser mais prejudicial que vantajoso para o País que vai perder os poucos benefícios dos chamados países pouco desenvolvidos.

A indicação para a OTAN vai colocar o território brasileiro no radar desta organização que só promove a guerra e a destruição por onde passa.

E para completar tem a liberação do visto para os turistas norte-americanos sem a contrapartida de que os brasileiros turistas possam entrar livremente nos EUA. Neste ponto Bolsonaro declarou que os turistas norte-americanos são maravilhosos e os brasileiros são uma vergonha, insinuando que estes teriam interesses escusos em entrar na terra do Tio Sam.

Bolsonaro demonstrou que faz parte de um setor da população brasileira que não possue nenhum tipo de estima pelo Brasil.

A visita, extraoficial, à CIA, a fábrica de produzir golpes de estado em todo o mundo, ainda escancarou que o governo Bolsonaro vai ser teleguiado de perto pelos norte-americanos para satisfazer qualquer vontade do governo Trump.

Os feitos de Bolsonaro em pouco menos de 100 dias de governo são muitos, conseguiu ser o mais odiado nas ruas, no carnaval e até nas pesquisas fraudadas, em toda a história do País. Está destruindo o País com uma velocidade alucinante e está revelando que o seu dito nacionalismo e patriotismo passam muito longe. A reação popular ainda é tímida, mas tem potencial para se desenvolver e dever ser amplamente estimulada, pois somente com o povo na rua será possível derrubar esse governo ilegítimo capacho do imperialismo.