Abaixo o VAR, a fraude no futebol brasileiro

Durante a Copa do Mundo o imperialismo e as grandes empresas do futebol inauguraram o VAR (Video Assisstence Referee), o árbitro eletrônico, que, em tese, seria melhor que o olho humano e capaz de evitar erros grosseiros de arbitragem, garantindo, assim, a lisura das partidas. Ocorre que não se trata disso.

Hoje em dia já é senso comum que o resultado da Copa do Mundo de 2018 foi arranjado pelo VAR, ou melhor, por quem controla o instrumento, quem chama o árbitro no ponto eletrônico para que ele se dirija à tela que fica ao lado do campo, veja o lance, e tome uma decisão encorajada por superiores.

Esse instrumento serviu para atacar o Brasil na Copa do Mundo e, agora, teve seu uso denunciado na Copa do Brasil, na final entre Corinthians e Cruzeiro, quando o juiz marcou e desmarcou lances diversos, se chegando a um determinado resultado que, na verdade, atacou o futebol como um todo.

O VAR (árbitro de vídeo) foi decisivo na expulsão do zagueiro Dedé – posteriormente revogada pela Conmebol – no jogo de ida entre Cruzeiro e Boca Juniors.

A interpretação dos lances, quem determina o que vai ser apitado e como e quando será usado o VAR é toda ela feita por fora, por interesses que estão fora das quatro linhas, estão manipulando os resultados na hora que eles querem.

Os europeus não estão usando o VAR, e ele está sendo usado na América Latina, e deve ser usado nas semifinais da Libertadores para atacar o futebol brasileiro. A ideia geral do VAR é desmoralizar o futebol brasileiro, fazendo com que times brasileiros percam partidas para times de outros países e, assim, o futebol brasileiro fica comprovadamente rebaixado.

Ao que tudo indica, todos os torneios, regionais e nacionais, no ano de 2019 serão “auxiliados” pelo VAR.

É a determinação, o arranjo do resultado final do jogo feita por quem tem interesse econômico em determinado resultado. O VAR é o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no futebol, determinando resultados, por exemplo, com as impugnações de candidaturas, ou a exclusão de mais de 3 milhões de eleitores que tiveram seus títulos cancelados pela própria Justiça Eleitoral.

É preciso tirar uma campanha contra o VAR, que é um ataque contra o futebol como um todo e, em especial, será utilizado para atacar e desmoralizar o futebol brasileiro.