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Antônio Carlos Silva

Antônio Carlos Silva

Sobre o Toninho

Militante do Partido da Causa Operária (PCO) desde as suas origens. Membro do Comitê Central do Partido, secretário Sindical e coordenador da Corrente Nacional Sindical Causa Operária.

Professor do Ensino Público do Estado de São Paulo, atua na oposição da Apeoesp.

Foi candidato a diversos cargos pelo PCO em eleições regionais e nacionais, levando a propaganda revolucionária às grandes massas.

Participa do conselho editorial do Jornal Causa Operária, do qual é colunista.

Apresenta os programas Resumo do Dia e Resumo da Semana, na Causa Operária TV. Também é âncora do programa Comando de Greve.

Sem patrões e sem golpistas

1 de Maio na Paulista, por vacina, emprego e auxílio emergencial

No Dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora resgatar a tradição de luta da classe trabalhadora contra a direita golpista, pelas reivindicações populares

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O 1º de Maio, Dia Internacional de Luta da Classe Trabalhadora acontece em meio ao maior retrocesso nas condições de vida dos trabalhadores brasileiros e de todo o mundo nas últimas décadas.

No Brasil, chegamos ao 1º de Maio com mais de 400 mil mortos “oficiais” (que ocultam as dezenas de milhares de mortes que não foram computadas por falta de resultados dos testes, desrespeito às normas da Organização Mundial de Saúde e outras manobras espúrias); há no País mais de 120 milhões de pessoas em situação de “insuficiência alimentar”, ou seja, fome, e mais da metade da classe trabalhadora está desempregada ou sem ocupação.

Esta situação é o resultado da política imposta pela crise histórica do capitalismo, agravada em nosso País pelo golpe de Estado, com o qual a submissa burguesia nacional se juntou ao imperialismo para impor os maiores retrocessos nas condições de vida da maioria do povo.

Frente a essa situação, o 1º de Maio de Luta, convocado pelo PCO e pelos Comitês de Luta, junto com outros setores da esquerda, levanta um programa de luta pelas reivindicações fundamentais da classe trabalhadora, neste momento, o qual só pode ser imposto pela mobilização nas ruas.

  • Por vacina já para todos, com a quebra das patentes e controle popular da vacinação;
  • Por auxílio emergencial para todos os desempregados e desocupados de – pelo menos – um salário mínimo; 
  • Pela proibição de demissões e redução da jornada de trabalho de no máximo 35 horas semanais, para que todos trabalhem menos e todos possam trabalhar.
  • Contra o arrocho salarial, salário mínimo vital,suficiente para atender às necessidades dos trabalhadores e de suas famílias e que hoje não poderia ser de menos de R$6.300 (veja na pág.A7);
  • Reforma Agrária com expropriação do latifúndio, para garantir terra para quem nela more e produza para pôr fim à fome do povo trabalhador.
  • Abaixo as privatizações, cancelamento das realizadas, estatais sob o controle dos trabalhadores; nacionalização do petróleo e de toda a riqueza mineral do País;

Essas e outras reivindicações dos explorados do campo e da cidade só poderão ser impostas por meio de um enfrentamento contra os patrões e seus governos, o que significa superar a política de capitulação e colaboração com a direita que se expressa nesse momento – dentre outros – na realização de atos comuns com os algozes e inimigos dos trabalhadores.

Ao mesmo tempo, no momento em que a direita evidencia sua crise e sua divisão, como se vê na votação a favor dos direitos políticos de Lula no golpista STF, é preciso unir os trabalhadores, a esquerda e suas organizações de luta em torno de eixos políticos tais como:

  • Fora Bolsonaro, Doria e todos os golpistas;
  • Lula presidente, por um governo dos trabalhadores da cidade e do campo 

Que a exemplo de outros momentos como o histórico 1º de Maio de 1980, o 1º de Maio de 2021, na Avenida Paulista, sirva para unificar o ativismo classista para abrir caminho para uma ampla luta dos trabalhadores e suas organizações para tornar real o pior pesadelo da burguesia.

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agradecemos muito por depositar sua confiança no nosso jornalismo e aproveitamos para fazer um pequeno pedido.

O Diário Causa Operária atravessa um momento decisivo para o seu futuro. Vivemos tempos interessantes. Tempos de crise do capitalismo, de acirramento da luta de classes, de polarização política e social. Tempos de pandemia e de política genocida. Tempos de golpe de Estado e de rebelião popular. Tempos em que o fascismo levanta a cabeça e a esquerda revolucionária se desenvolve a olhos vistos. Não é exagero dizer que estamos na antessala de uma luta aberta entre a revolução e a contrarrevolução. 

A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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