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Antônio Carlos Silva

Antônio Carlos Silva

Sobre o Toninho

Militante do Partido da Causa Operária (PCO) desde as suas origens. Membro do Comitê Central do Partido, secretário Sindical e coordenador da Corrente Nacional Sindical Causa Operária.

Professor do Ensino Público do Estado de São Paulo, atua na oposição da Apeoesp.

Foi candidato a diversos cargos pelo PCO em eleições regionais e nacionais, levando a propaganda revolucionária às grandes massas.

Participa do conselho editorial do Jornal Causa Operária, do qual é colunista.

Apresenta os programas Resumo do Dia e Resumo da Semana, na Causa Operária TV. Também é âncora do programa Comando de Greve.

Apesar da sabotagem da direção

7 mil acessam Assembleia do Sinpeem e 85% votam pela greve

É evidente a revolta da categoria e a vontade de lutar contra o crime da volta às aulas, é preciso formar Comandos e unificar a greve com a educação estadual

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Uma espetacular demonstração de combatividade foi dada nesta sexta (9), pelos meus companheiros educadores da rede municipal de ensino de São Paulo, que congrega mais de 50 mil trabalhadores e 700 mil alunos.

O presidente do Sinpeem (Sindicato dos Profissionais da Educação do Município de São Paulo), ex-vereador Claudio Fonseca (da chapa de Covas e Doria), que há meses vem sabotando a realização de qualquer tipo de atividade para mobilizar a categoria, mesmo on line, convocou uma “assembleia” (na realidade um live, em que praticamente só ele falou). Não havia nenhuma democracia. E a plataforma usada só permitia o acesso regular de menos de 400 pessoas. Somente nos espelhamentos do link, era possível acompanhar a assembleia, mas sem direito a intervenções. O link não funcionava, milhares não conseguiram acesso. Tudo organizado para dar errado e impedir a livre manifestação dos professores e funcionários. Ao invés de uma assembleia de fato, o filhote de Doria e amigo de Covas, organizou um monólogo e nem por escrito a maioria conseguia se manifestar durante a maior parte do evento, isso justamente no momento em que Covas ordenou o retorno para a próxima segunda feira (12). Z

Mesmo com todas essas manobras, segundo dados da própria diretoria do Sindicato, 7 mil trabalhadores da Educação acessaram a plataforma (a maioria sem estabilidade e sem as devidas condições técnicas por conta da sabotagem) e 85% votaram a favor da continuidade da greve que a categoria iniciou em fevereiro contra o crime da volta às aulas, junto com os professores da rede estadual.

Os educadores mostraram uma vez mais, a revolta da categoria  – que é de todo o povo – e a vontade de lutar contra o crime da volta às aulas.

Só em SP já são mais de 80 mil mortos. Em todo o Pais estão morrendo mais de 4 mil pessoas por dia e os genocidas Covas e Doria, da mesma forma que Bolsonaro e toda a direita, não estão nem aí para a população e para a Educação.

Boletim da Corrente Educadores em Luta, publicado em 10/4/21

Os educadores da Capital estão de parabéns e mostram o caminho a seguir.

Na primeira tentativa de voltar às aulas, Doria e Covas provocaram a morte de mais de 100 professores, funcionários, diretores, supervisores e alunos. Eles não se importam, só querem saber de cumprir as ordens dos donos de escolas particulares, banqueiros, que querem garantir seus lucros.

Os professores do Estado precisam seguir pelo mesmo caminho. 

Realizar assembleias de verdade já e decretar a GREVE TOTAL, parar todas as escolas municipais e estaduais contra o crime da volta às aulas.

Organizar comandos de greve em todas as regiões pra superar a paralisia da burocracia sindical. Juntar professores, funcionários, estudantes, e todos que queiram lutar, para parar as escolas, conversar com a comunidade, colar cartazes etc.

Exigir a realização de ato unificado dos educadores do Estado e do Município na Avenida Paulista e assembleia presencial, com distanciamento social, uso de máscaras e álcool gel (distribuídos pelos sindicatos).

Nós professores, vamos à luta. Não vamos ficar parados vendo esses assassinos matarem nosso povo e condenarem nosso presente e nosso futuro. 

Vamos cercar a Prefeitura e a SEDUC e obrigar os governos genocidas de Covas e Doria a recuarem.

Quem sabe faz a hora!

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A burguesia já pressentiu o perigo. As revoltas populares no Equador, na Bolívia e na Colômbia mostraram para onde o continente caminha. Além da repressão pura e simples, uma das armas fundamentais dos grandes capitalistas na luta contra os operários e o povo é a desinformação, a confusão, a falsificação e manipulação dos fatos, quando não a mentira nua e crua. Neste exato momento mesmo, a burguesia se esforça para confundir o panorama diante do início das mobilizações de rua contra Bolsonaro e todos os golpistas. Seus esforços se dirigem a apagar as linhas que separam a direita da esquerda, os golpistas dos lutadores contra o golpe, substituir o vermelho pelo verde e amarelo nas ruas e infiltrar verdadeiros inimigos do povo dentro do movimento popular. O Diário Causa Operária se coloca na linha de frente do enfrentamento contra a burguesia, sua política e suas manobras. 

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