Aquele que não se pode dizer o nome

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Lula é o nome das eleições. O ex-presidente, preso político pela Operação golpista Lava Jato domina o panorama eleitoral. Nas pesquisas, mesmo fraudadas, ele é o primeiro lugar disparado, nos debates eleitorais e entrevistas promovidos pela central do golpe, a Rede Globo, as quais ele não é convidado, seu nome domina.
 
Na última semana, as arbitrariedades do judiciário brasileiro que deram sustentação ao golpe de estado, atingiram um novo patamar.
 
Em um julgamento convocado às pressas foram desferidos novos ataques aos direitos democráticos do povo brasileiro por meio da perseguição política a Lula. 
 
No julgamento do TSE, os juízes golpistas, liderados por Luís Roberto Barroso, ignoraram novamente a Constituição. Lula foi considerado inelegível e proibido de ser candidato, de aparecer na televisão e até mesmo em campanha para os cargos proporcionais. 
 
Em uma das decisões foi proibido que o nome de Lula fosse até citado. 
 
O que precisa ficar claro é que Lula não é um candidato qualquer, uma opção que pode ser descartada. Ele domina o cenário eleitoral e mesmo afastado pela justiça golpista vai continuar sendo o centro das atenções. 
 
Lula é o combustível para a luta contra o golpe. Abandonar essa perspectiva é abandonar a resistência contra o golpe,
A campanha eleitoral com Lula impulsiona a luta contra o golpe. O único ponto fora da curva é Luiz Inácio Lula da Silva, somente sua candidatura desafia o golpe. 
 
Lula tem todas as chances legais de ser candidato. Seu nome pode estar na urna. Há recursos contra o TSE que podem ser levados ao STF e a Lei da Ficha Limpa é inconstitucional. 
 
O que estão fazendo com Lula é um mar de arbitrariedades em nome da lei e da justiça, mas não passam de arbitrariedades, autoritarismo. 
 
Ninguém é obrigado a aceitar as arbitrariedades de ninguém. 
A medida que você se submete às arbitrariedades você vai ficando mais fraco.
A liberdade de Lula e sua candidatura tem que ser defendidas de maneira vigorosa. Somente a mobilização popular, nas ruas, pode reverter esta situação. As eleições são uma fraude em si, mas sem Lula a fraude será consumada. 
 
Todos às ruas contra as arbitrariedades, pela liberdade de Lula e pelo seu direito de ser candidato.