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Mudar a correlação de forças
Tomar as ruas de todo o País para libertar Lula
Atos regionais, ampliação dos mutirões e comitês para impulsionar a frente para lutar e libertar o ex-presidente
Supporters of Brazil's former president Luiz Inacio Lula da Silva demonstrate to demand Lula's freedom on the one-year anniversary of his arrest, in Sao Paulo
Mudar a correlação de forças
Tomar as ruas de todo o País para libertar Lula
Atos regionais, ampliação dos mutirões e comitês para impulsionar a frente para lutar e libertar o ex-presidente
Manifestação da favor da liberdade de Lula
Supporters of Brazil's former president Luiz Inacio Lula da Silva demonstrate to demand Lula's freedom on the one-year anniversary of his arrest, in Sao Paulo
Manifestação da favor da liberdade de Lula

A ex-presidenta Dilma Rouseff, deposta pelo golpe de Estado, em 2016, afirmou com razão, em Paris, no último fim de semana, que “Lula está na prisão porque, se sair de lá, muda a correlação de forças políticas no Brasil”. Assim sendo não é possível esperar que isso ocorra por um ato de “justiça” do judiciário golpista que participou ativamente do golpe contra Dilma e todo o povo brasileiro e que mantém Lula como preso político, pisoteando a Constituição e tendo como base a totalmente desmoralizada e criminosa operação Lava Jato.

Para tirar Lula da cadeia e mudar a correlação de forças a favor dos trabalhadores e de todos os que lutam pelos direitos democráticos do povo brasileiro, é preciso uma mobilização revolucionária.  Lula só será liberto se ele não puder mais ser detido, diante da revolta popular em favor de sua liberdade, contra os golpistas que o mantém no cárcere e que atacam duramente todo o povo brasileiro.

É obvio que todo trabalhador consciente e todo ativista de esquerda que deseja mudar a “correlação de forças” em favor dos trabalhadores, que defende os interesses dos explorados acima dos interesses da burguesia, dos interesses de grupos e indivíduos, abutres e inimigos das causas populares, estão pela sua liberdade. Compreendem que não se trata apenas de defender os direitos democráticos de Lula, profundamente violentados, trata-se de defender os direitos democráticos e as condições de vida da imensa maioria do povo brasileiro.

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O ato liderado pelo PCO e pelos Comitês de Luta Contra o Golpe, no último dia 14, em Curitiba, comprova que há uma crescente disposição de lutar pela liberdade de Lula, em oposição à política dos abutres que usaram,  ainda pretendem usar, o prestígio eleitoral de Lula, mas que não querem lutar pela sua liberdade e que buscam um frente reacionária com setores que são a favor de sua prisão criminosa, que apoiaram a fraude da eleição de Bolsonaro e que apoiam suas “reformas” contra os trabalhadores.

Para mudar a “correlação de forças”, é preciso outra política; desenvolver, ampliar as tendências a uma revolta popular contra o governo ilegítimo de Bolsonaro, que também se refletem no apoio cada vez maior ao ex-presidente se desenvolva.

O PCO, está defendendo junto ao Comitê Nacional Lula Livre, em sua II Plenária realizada neste dia 21, a realização de novos atos nacionais, a intensificação dos mutirões de coleta de assinaturas nos abaixo-assinados pela liberdade de Lula, a convocação efetiva para que a campana seja levada aos locais de trabalho (junto com os sindicatos), a realização de atos em todos os Estados e outras atividades, que busquem impulsionar uma mobilização poderosa capaz de libertar Lula.

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É preciso deixar para trás a politica de aliança com os golpistas, com os que defendem as “reformas” de Bolsonaro contra os trabalhadores, que defendem “Lula preso” e buscar a unidade na luta dos que defendem e lutam por “Lula livre”. Essa unidade tem que ir muito alem das palavras e discursos, servir como uma poderosa alavanca para impulsionar a mobilização revolucionária que é preciso colocar em movimento pela anulação da lava jato, imediata liberdade de Lula e de todos os presos políticos, pelo fim do regime golpista, como o “fora Bolsonaro”e todos os golpistas, pela anulação das eleições fraudulentas de 2018, convocação de novas eleições livres e democráticas, com Lula candidato.

 



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