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Diante da pressão da direita imperialista e do governo ditatorial da Colômbia, a guerrilha armada das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército Popular (FARC-EP ou simplesmente FARC) decidiu assinar um acordo de paz com o governo no ano passado. Sendo assim, o grupo procurou buscar crescer pela via política legal e concorrer eleições, tornando-se um partido político registrado na justiça eleitoral.

A tentativa foi um fiasco. Não existe na Colômbia a possibilidade de crescer pela via institucional e legal. O governo colombiano é o principal aliado do imperialismo norte-americano na América Latina e tem todas as características de um governo ditatorial. A própria história da luta de classes na Colômbia não permite que os revolucionários busquem crescer pela via legal.

Agora que as FARC-EP desistiram das armas e ficaram desorganizadas no seu esquema de guerrilha, o governo colombiano fez o que era esperado: sabotou e estimulou a extrema-direita fascista a atacar a organização. Supermercados ligados a integrantes das FARC que tiveram os nomes divulgados pela polícia, que os investiga, foram saqueados. A agência Ruptly anunciou que os mercados serviam para abastecer os guerrilheiros e lavar o dinheiro oriundo da luta revolucionária.

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