Genocídio escolar
Política internacional da burguesia em voltar as aulas já está começando a fazer vítimas, mesmo em colégios com mais recursos
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Volta as aulas durante a pandemia do coronavírus | Foto: Reprodução

A volta as aulas é uma politica internacional dos capitalistas. Percebe-se isso ao analisar um estudo que diz que o PIB (produto interno bruto) mundial diminuiu em torno de 1% com o fechamento das escolas, devido a epidemia do coronavírus.

Fica claro aqui que existe uma orientação geral da burguesia mundial para a reabertura das escolas, morra quem morrer, como disse um direitista tupiquinim genocida porém sincero.

Dessa forma que se deve analisar o caso do Colégio Santo Inácio, no Rio de Janeiro. Localizado na Zona Sul carioca, a instituição foi fechada após suspeita de covid-19. Os alunos, hoje, receberam um comunicado falando da suspeita de um caso de Covid-19 entre os estudantes da 1ª série do Ensino Médio. As aulas presenciais de todas as turmas da série serão suspensas, novamente, por 14 dias.

É preciso destacar que aqui se trata de uma escola para alunos mais ricos e com condições sanitárias melhores do que a média da população. Mesmo assim, a reabertura provocou uma crise interna, com uma suspeita de caso de coronavírus e assim foi fechado novamente por mais duas semanas.

Também convém lembrar que as escolas privadas foram um dos setores que mais pressionaram pelo retorno do ano letivo. Manifestações de direita foram realizadas com palavras de ordem como “lugar de criança é na escola”, ignorando completamente a realidade da pandemia. A Rede Globo, uma das principais forças políticas do pais e especificamente do Rio de Janeiro entrou numa campanha massiva para tentar convencer o povo do retorno às aulas.

Mas a tentativa da burguesia de convencer a população não deu certo, afinal, pra 76% da população, ainda é cedo para retomar aulas. Em uma pesquisa realizada com mães de alunos, foram 86% contra o retorno macabro.

É fato que a rejeição ao retorno é muito grande, mas finalmente, a única forma de barrar tamanha ofensiva é apenas com a mobilização popular dos estudantes e dos trabalhadores, a greve da educação deve ser ampliada a todos os setores e os estudantes também devem organizar uma greve no estado e nacionalmente para barrar essa política genocida.

Contra a volta as aulas, Fora Bolsonaro, retorno só com vacina e o fim da pandemia!

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