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Empresa tenta destruir clube
Clube-empresa: crise pode tirar Figueirense da Série B
Cláudio Honigman, presidente da Elephant, é o verdeiro responsável por tentar tirar o Figueira do brasileiro, porém o clube por nota informou que isso não passa de uma farsa.
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Empresa tenta destruir clube
Clube-empresa: crise pode tirar Figueirense da Série B
Cláudio Honigman, presidente da Elephant, é o verdeiro responsável por tentar tirar o Figueira do brasileiro, porém o clube por nota informou que isso não passa de uma farsa.
Francisco de Assis, presidente interino do Figueirense. Foto: Figueirense
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Francisco de Assis, presidente interino do Figueirense. Foto: Figueirense

No decorrer da semana passada, após o jogo fora de casa com o Brasil de Pelotas, o Figueirense Futebol Clube anunciou por meio de nota que estaria encerrando a parceria clube-empresa com a empresa Elephant, o que faria o clube deixar de ser comandado pelo interesse dos empresários, voltando assim à sua tradicional gestão.

Após essa deliberação, e com fortíssimo apoio da torcida, foram expulsos todos aqueles ligados a Elephant que ocupavam algum cargo no clube, entre eles Cláudio Honigman, empresário presidente da Elephant e então presidente do Figueira.

Sob o comando da Elephant o Figueirense foi direto ao abismo, como já muito denunciado neste jornal, falindo completamente o clube e o pondo na última colocação do brasileiro. Tal desenvolvimento abriu uma gigantesca crise, em que a torcida, após muita pressão e mobilização, pode enfim derrubar a empresa, retomando as atividades do clube como eram antes.

Atualmente o Figueirense já estaria em uma delicada situação, na qual, a torcida fez grande movimentação para dar apoio e sustentação a retomada alvinegra. No entanto, o que ninguém esperava era que Cláudio Honigman, agora ex-presidente do clube, além de exigir pagamento de milhões por ser expulso do clube, também seria responsável por um absurdo golpe.

Já fora do cargo de presidente do Figueirense, e sem mais qualquer relação com o clube, Honigman emitiu uma nota a CBF dizendo que o Figueirense estaria desistindo de disputar o campeonato brasileiro, em uma clara tentava desesperada de forçar um acordo com o clube ao mesmo tempo que o leva para a destruição total.

Se este pedido for atendido pela CBF, levaria a um dos mais tradicionais times do Sul ser suspenso por dois anos de todos os campeonatos nacionais, além de ter que recomeçar pela série D, o que representaria uma catástrofe, praticamente o fechar de portas do clube.

Prontamente, o presidente interino do Figueirense, Francisco de Assis, declarou que o Figueirense não tinha qualquer intenção em desistir da competição, publicando nota oficial relatando este golpe.

Chama também a atenção nessa reviravolta que, a imprensa golpista brasileira teve forte envolvimento no assunto, onde, sem esclarecer a real situação dessa suposta desistência, buscou anunciar nacionalmente que o Figueirense estaria fora da série B, sem sequer tentar explicar que tudo não passava de um golpe dado pela empresa Elephant, que não tinha mais qualquer envolvimento com o clube.

Além disso, a matéria que repercutiu nacionalmente foi publicada justamente no mesmo dia em que o Figueirense faria sua primeira partida após a expulsão da empresa, partida essa que estava sendo responsável por mobilizar milhares de torcedores em uma campanha de forte adesão pela reestruturação do clube, contanto com a ajuda de ex-jogadores como Felipe Luís e Roberto Firmino, além de ídolos como Fernandes. Mostrando assim, o caráter farsesco da imprensa que tanto se fez de crítica ao Figueirense nesta última semana, acusando o clube de má gestão, quando eles são os principais responsáveis por acobertar tudo que aconteceu, sempre dando o suporte para empresa afundar cada vez mais o Figueirense.

Tudo isso acontece em meio a revelações que comprovam o desvio para a conta pessoal de Cláudio Honigman de milhões de reais que pertencem ao clube, enquanto funcionários e jogadores não recebiam, evidenciando o verdadeiro roubo feito pela empresa durante a sua gestão, responsável por aumentar a divida para 120 milhões de reais, e falir toda a instituição.

Por isso, mesmo com a tentativa de Honigman para destruir o Figueira, o time continuará a disputar o brasileiro, e encaminhará a sua volta por cima com o apoio da torcida, sua principal força.