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Dois dos maiores e mais tradicionais clássicos do futebol nacional foram realizados neste final de semana. No de maior rivalidade, Corinthians e Palmeiras se enfrentaram na capital paulista. E o “Timão” manteve a escrita completando uma série de quatro jogos sem dar chance de vitória ao rival.

Apresentando um  futebol muito mais técnico e competitivo, o time do técnico Fábio Carille fez 2 x 0 no Palmeiras, dirigido por Roger Machado. Do início ao fim da partida, a superioridade corintiana esteve presente em todos os momentos. E o placar ainda poderia ter sido mais elástico, não fosse o pênalti (que gerou protestos dos palmeirenses) desperdiçado por Jadson.

Mas a perda da penalidade máxima acabou não fazendo falta para garantir a vitória do Corinthians. Com uma grande atuação, Rodriguinho comandou as ações dentro de campo, marcando um golaço, o de abertura do placar. A defesa do “Verdão” ainda viria a cometer outro pênalti (dessa vez sem polêmica). O atacante Clayson se posicionou para cobrar e converteu o que seria o segundo e derradeiro tento que deu mais uma vitória ao “Timão” diante do rival. Foi a primeira derrota do Palmeiras no ano. O triunfo fez o Corinthians encerrar um jejum de três jogos sem conhecer a vitória. 

São Paulo desaponta e tropeça novamente diante de sua torcida

Os pouco mais de 11 mil torcedores sãopaulinos que foram ao Morumbi prestigiar o tricolor, saíram mais uma vez desapontados. O baixo comparecimento da torcida – que sempre lota as dependências do estádio mesmo quando o time enfrenta adversários de menor expressão – deixou claro a insatisfação da torcida com a irregular campanha que a equipe vem tendo no Paulistão, na atual temporada.

E o domingo foi mais um desses dias de impaciência e irritação para a torcida tricolor. O time enfrentou um dos lanternas do campeonato, a Ferroviária, e não foi além de um apático empate em 0 x 0 num jogo tecnicamente fraco e com muito pouca inspiração por parte de quem precisava da vitória para se reerguer na competição. Depois de duas derrotas consecutivas, não foi desta vez que os comandados do ameaçado técnico Dorival júnior conseguiram ficar de bem com a sua torcida.

O time voltou a jogar mal e deixou o estádio debaixo de vaias e protestos do torcedor, que pediu a “cabeça” do técnico aos gritos de “burro”. No meio da semana, o tricolor paulista tem mais um compromisso, dessa vez pela Copa do Brasil, quando enfrentará, no Morumbi, o CRB, pela terceira fase da competição. No domingo, pega a Linense, pelo Paulistão. Só há uma alternativa nas duas partidas: É ganhar ou ganhar.

Na  arena Pantanal, Fluzão não perdoa e detona time reserva do rival       

Num dos clássicos de maior tradição e também rivalidade do futebol brasileiro, Flamengo e Fluminense se enfrentaram pela segunda rodada da Taça Rio, o segundo turno do desprestigiado campeonato carioca. Em busca de minimizar os prejuízos com o fraco comparecimento do público carioca aos estádios, Flamengo e Fluminense aceitaram o convite da Federação Matogrossense de Futebol e levaram o tradicional “clássico das multidões” para a arena Pantanal, na cidade de Cuiabá. O rubro-negro é detentor de grande torcida na cidade e em toda a região.

De olho no compromisso do meio de semana na estréia pela competição mais importante, a Taça Libertadores, a diretoria e o técnico Carpeggiani levaram um time misto para o confronto com o Fluminense que, mesmo também estando na disputa de duas competições (campeonato carioca e copa do Brasil), embarcou com sua força máxima.

O Flamengo entrou em campo com uma formação composta quase exclusivamente por reservas,  mas com alguns jogadores que se não são titulares absolutos, atuam quase sempre entrando no decorrer das partidas.

Atuando com a formação que o técnico Abel Braga vem tendo a sua disposição desde o início da temporada – basicamente uma “garotada” formada nas divisões de base do time – o Fluminense não tomou conhecimento e nem quis saber se estava atuando contra reservas ou titulares. Clássico é clássico e o tricolor das laranjeiras foi implacável com o adversário, aplicando uma senhora goleada no tradicional rival. Com uma atuação quase impecável, é legitimo afirmar que o Fluzão venceria mesmo se estivesse enfrentando os titulares do rubro-negro.

O time fez 3 x 0 ainda no primeiro tempo, apresentando um futebol de altíssimo nível,  tendo como ponto forte a rápida ligação entre a defesa, o meio de campo e o ataque. O equatoriano Sornoza comandou as ações da intermediária para frente, organizando as principais jogadas ofensivas do tricolor. Na defesa, o veterano e experiente Gum fez ótima parceria com Renato Chaves, neutralizando as principais investidas do ataque rubro-negro.

O Flu ainda ampliaria o marcador aos 10 minutos do segundo tempo, numa cabeçada de Marcos junior, o principal destaque da vitória tricolor, autor de dois gols. Os outros tentos foram assinalados pelo lateral Gilberto e o jovem atacante Pedro. Final de partida na arena Pantanal, com a vitória tricolor pelo placar de 4 x 0. Foi a terceira goleada do Fluminense em sequência, depois de fazer 5 x 0 no Salgueiro, pela Copa do Brasil e 4 x 0 no Bangu, na abertura do returno carioca.      

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