Ciro conquista 65% de rejeição, só perde para Alckmin, Collor e Temer

CiroGomes

Uma pesquisa do instituto Ipsos sobre a rejeição e aprovação das figuras políticas do Brasil teve seus dados divulgados pelo jornal O Estado de S. Paulo, recentemente. Nela, fica demonstrada a rejeição de todos os políticos burgueses, cuja rejeição popular vem aumentando, se compararmos com as antigas pesquisas. A única exceção seria o ex-presidente Lula, preso político dos golpistas, cuja rejeição abaixou e a aprovação aumentou, apesar da intensa campanha feita contra ele.

Já Ciro Gomes, o candidato do plano “B” da esquerda que quer conciliar com os golpistas, o homem que é apresentado, pelos oportunistas, como solução para os problemas do Brasil e o candidato verdadeiro da esquerda, apareceu com 65% de rejeição, perdendo apenas para Temer (91%), Collor (81%) e Alckmin (69%), com quem ele quase empatou. O “rei dos abutres”, Ciro Gomes, conseguiu ser mais rejeitado que João Dória (62%), o ex-prefeito de São Paulo odiado por todos, e o presidente da câmara dos Deputados do partido da ditadura militar (DEM), Rodrigo Maia (64%).

Isso acontece porque a população sabe que Ciro Gomes é um político burguês oportunista como qualquer outro, o que demonstra que de fato Ciro não é um candidato popular, isto é, uma alternativa para aqueles que querem lutar contra o golpe para derrotar a direita nas eleições.

Enquanto isso, o verdadeiro candidato popular, Luiz Inácio Lula da Silva, está preso, sendo sabotado por todos os lados, inclusive por dentro de seu próprio partido, e sendo difamado diariamente continua sendo o indivíduo com mais aprovação nas pesquisas. Na verdade, desde sua prisão política sua popularidade só fez aumentar, enquanto que a rejeição à Moro está subindo.

É fácil de afirmar que se toda essa campanha feita contra Lula fosse igual para todos os outros candidatos, todos eles teriam uma rejeição ainda maior que a que está colocada hoje em dia. Mas enfim, a pesquisa serve para confirmar que apenas a candidatura de Lula é uma candidatura contra o golpe e tem a capacidade de agregar os setores que querem se mobilizar contra os ataques da direita e do fascismo.