Ataque à cultura
Governo fascista sabota a Cinemateca brasileira ao negar-lhe recursos. Quase 250 mil rolos de filmes estão em sério risco.
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Foto: Divulgação
Logo da Cinemateca. | Foto: Divulgação

A Cinemateca Brasileira, localizada em São Paulo, está com sua existência. O governo federal fascista, em mais uma de suas artimanhas, resolveu não repassar à instituição o orçamento previsto (R$12 milhões).

A destruição da Cinemateca não se dá por mera falta de recursos ou atrasos devido à burocracia, mas é parte de um plano arquitetado pelos fascistas. Desde 2018, ou seja, início do governo Bolsonaro, a Cinemateca não pode mais receber recursos diretamente do governo federal, necessitando de um contrato de gestão com terceiros.

O que acontece é que o contrato de gestão que servia à TV Escola, servia também à Cinemateca e como o acordo com a Associação Educativa Roquette Pinto (Acerp) findou em dezembro. Assim a entidade está sem recursos para se manter. Neste interim, ela vem se mantendo através do caixa da Acerp.

A situação da Cinemateca é tão complicada que faltam recursos até mesmo para pagar a conta de luz. Serviços, como bombeiros, estão para prescrever e não terão como ser renovados. Deste modo, a preservação dos quase 250 mil rolos de filmes está em sério risco.

O fascismo, termo corretamente presente nas discussões políticas atuais, tem, na sua base, a uniformidade. Esta uniformidade se dá em tudo, especialmente na cultura. Se observarmos o bizarro pronunciamento do Secretário de Cultura Roberto “Göbbels” Alvim, ele prega um ideal bem estrito de como deve se dar a cultura. Isto é a uniformização. Em resumo, o fascismo age destruindo as diferenças, em prol do comportamento estático, conservador.

O governo ilegítimo de Jair Bolsonaro coleciona atitudes fascistas. Seja pelo simples discurso contra os oprimidos (negros, gays, LGBTs, mulheres, PcDs e trabalhadores em geral), seja pela total sabotagem da educação e da cultura.

Esta sabotagem a educação e cultura pode se dar tanto pela aparelhagem dos órgãos públicos por fascistas quanto pela drenagem de recursos. No primeiro caso, tem-se como exemplos: os reitores de instituições federais escolhidos por Bolsonaro, a parte da votação da comunidade acadêmica, como UFC, IFSC e UNIVASF; e a escolha de fascistas para o controle de instituições como a Fundação Palmares e a Ancine.

Já para a drenagem de recursos, a própria Cinemateca é um dos exemplos. No ano passado, o governo, através do Ministro Inimigo da Educação, Abraham Weintraub, segurou os recursos de custeio das instituições federais de ensino, fazendo com que várias tivessem suas atividades temporariamente suspensas. Entretanto, o exemplo mais triste disto foi o ocorrido no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, que, por falta de recursos para manutenção, acabou pegando fogo. Enquanto isso, o presidente fascista deu de ombros, como se isso não fizesse diferença.

Deste modo, fica claro que o governo ilegítimo de Bolsonaro é um governo fascista e deve ser destruído pelo povo! Portanto, dia 13, todos devem ir às ruas defender a cultura, a educação e a classe trabalhadora contra o fascismo!

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