Conflito China-EUA
Em resposta ao boicote, o governo chinês anunciou, na terça (17), a expulsão de jornalistas que trabalham para o The New York Times, The Wall Street Journal e The Washington Post.
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Foto: Reprodução. |

O governo chinês anunciou nesta terça (17) a decisão de expulsar do país de jornalistas americanos que trabalham para The New York Times, The Wall Street Journal e The Washington Post. Os jornalistas terão dez dias para entregar suas credenciais profissionais e informar o governo sobre sua condição dentro do país, com absoluta proibição de trabalhar no território chinês e em suas regiões administrativas especiais Hong Kong e Macau.

Os jornais Voice of America, New York TimesWall Street JournalWashington Post e a revista Time terão de enviar por escrito a Pequim informações sobre seus funcionários, finanças, operações e imóveis no território chinês. Estas regras são semelhantes às impostas pelo governo americano aos veículos de imprensa chineses que trabalham nos EUA.

O Ministério do Exterior da China declarou que as medidas são necessárias, legítimas e justificadas e aplicadas de forma recíproca, como resposta à “opressão irracional que as organizações de mídia chinesas vivenciaram nos Estados Unidos”.

No início de março, o governo dos Estados Unidos anunciou que estava revogando a autorização para cidadãos chineses trabalharem em escritórios de quatro grandes mídias chinesas que operam no território americano. De 160 chineses, somente 100 tiveram a autorização.

Os chineses acusam os jornalistas americanos de racismo e xenofobia em relação à questão do coronavírus, ao fazer referências à origem do vírus com acusações à China. Seguindo essa mesma linha, Donald Trump descreveu o vírus como “vírus chinês”. Autoridades chinesas divulgaram que o coronavírus foi levado à China pelos militares americanos.

O boicote dos EUA à imprensa chinesa e os conflitos entre os dois países são partes de um processo mais amplo, que há tempos se expressa por meio de uma guerra econômica e tarifária. Donald Trump, em meio à crise, afirma que não vai permitir que a China torne-se a primeira economia do mundo.

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