China x Brasil
Diferenças gritantes no método de combate à pandemia, Brasil e China seguem caminhos bem distintos no desenrolar da crise sanitária
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Diferenças no método de combate à pandemia | Foto: Reprodução

A cidade chinesa de Qingdao, após a descoberta de 12 casos confirmados com Covid-19, está testando toda a sua população de 9 milhões de pessoas em um período de cinco dias.

Os novos casos ocorreram uma semana após o feriado da Semana Dourada da China, onde milhões de pessoas viajaram pelo país.

Esse tipo de medida é a que o país tem adotado desde o início da pandemia. Em maio, a China testou toda a população da cidade de Wuhan – 11 milhões de pessoas – local de onde foram identificados os primeiros casos e primeiro local que foi decretado estado de pandemia.

Diferentemente de outras partes do mundo – onde há um grande número de casos e restrições de circulação de graus variados – o país conseguiu controlar o vírus.

As autoridades chinesas agora têm uma estratégia de testagem em massa, mesmo quando um novo aglomerado de coronavírus parece ser relativamente menor.

Segundo o Global Times, vídeos postados nas redes sociais mostram moradores fazendo fila no fim do último domingo (12), para realizar o teste. Alguns dos locais de testagem funcionaram das 7h às 23h.

De acordo com os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) – uma organização imperialista – a China já registrou mais de 90 mil casos do coronavírus, com quase 4,8 mil mortes, evidenciando que as infecções diárias por coronavírus caíram drasticamente na China e o país parece já ter passado pela pior fase.

Em um cenário totalmente diferente, o Brasil – com mais de 5 milhões de casos e 150 mil mortos – vergonhosamente, é um dos países que menos realiza testes para covid-19 na população, testagens que são essenciais para determinar extensão do contágio e elaborar estratégias de combate ao coronavírus.

Mas misteriosamente, no país cujo o governo não adotou nenhuma medida de contenção da pandemia, com governadores e prefeitos determinando uma quarentena que era possível apenas para a burguesia e a classe média, a imprensa burguesa tem noticiado a “queda” dos números de contagiados e mortos – em plena corrida eleitoral.

As notícias que dão a entender que pandemia começa a ser controlada, é totalmente distante da nossa realidade. O que vemos é um governo subserviente aos caprichos da burguesia parasita, que para não ver o seu lucro despencar em queda livre, está disposta a sacrificar, se necessário, milhões de vidas, para garantir suas suntuosas receitas.

O grande responsável pelas mortes da pandemia é o sr. Jair Messias Bolsonaro e os governadores. A política durante todo o período é a mesma: nada para o povo e tudo para banqueiros e as empresas multinacionais.

O fato é que mesmo em um país cheio de contradições como a China, foi possível combater a pandemia de forma muito mais eficiente, métodos que poderiam ser usados no Brasil, mas que não são, por total descaso dos governantes.

A única alternativa é a mobilização do povo contra esse governo genocida que tem deixado muito claro, que não vai poupar esforços, para ajudar a burguesia sanguessuga deste país.

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