Ditadura
Os protestos foram radicalizados ao ponto de ter havido saques a lojas, ataques a metrô, a postos policiais e terem sido realizadas barricadas e fechamento de vias
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Manifestações têm ocorrido de forma radicalizada desde outubro. Foto: ato em 24/01 - nelson anguita |

Da redação – Milhares de pessoas voltaram a protestar nas ruas do Chile na noite de ontem (02) contra o presidente neoliberal e de extrema-direita, Sebastián Piñera, e foram brutalmente reprimidas pelos militares, que patrulham as ruas do país pela primeira vez desde o final da ditadura fascista de Augusto Pinochet, em 1990.

A manifestação dessa segunda-feira teve início na Plaza Itália, no centro de Santiago, e se espalharam para as regiões periféricas da capital. Atos também foram realizados em outras cidades, como Antofagasta, Temuco e Concepción.

Os protestos foram radicalizados ao ponto de ter havido saques a lojas, ataques a metrô, a postos policiais e terem sido realizadas barricadas e fechamento de vias para impedir a circulação de ônibus.

Diante disso, os militares e a polícia foram acionados para suprimir pela maneira mais violenta a rebelião popular. Pelo menos 283 manifestantes foram presos, além de milhares de feridos, incluindo um homem atropelado por um carro de polícia.

Revidando aos ataques violentos das forças de repressão, os manifestantes deixaram 76 policiais feridos, conforme dados do governo.

A revolta popular no Chile ocorre desde outubro de 2019, contra a política catastrófica do governo Piñera, de impor um regime neoliberal e cada vez mais ditatorial contra o povo. A repressão, até agora, deixou mais de 30 mortos, milhares de feridos e dezenas de milhares de presos.

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