Chile: mulheres organizam atos em defesa de direitos iguais

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Na última quinta-feira, 25 de julho, houve protestos contra o racismo e a favor do aborto em Santiago, capital do Chile. A marcha foi intitulada “Marcha pelo direito ao aborto irrestrito, seguro e gratuito” (tradução livre) e reuniu milhares de pessoas no país inteiro.

Em Santiago, a repressão começou quando os manifestantes chegaram no Palácio de La Moneda, sede do governo chileno: três mulheres foram esfaqueadas por fascistas, o que resultou num comício improvisado por um grupo de mulheres, incluindo a ex-candidata à presidência do Chile, Beatriz Sanchez, na Plaza Baquedano.

Logo após, a polícia continuou a reprimir os manifestantes e começou a derrubar barricadas com um caminhão que continha um canhão de água. No final, sete pessoas foram presas.

Em Santiago havia cerca de 15 mil pessoas nas ruas, os protestos também aconteceram em outras cidades, como Valparaiso, onde também houve enfrentamento com a polícia.