Presa por não colaborar
Ex espiã que revelou crimes de guerra no Afeganistão e Iraque estava presa por se recusar a testemunhar contra Julian Assange desde o ano passado
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Chelsea estava hospitalizada após tentativa de suicídio. Foto: Reprodução |

Ex analista de inteligência das forças armadas americanas, Chelsea Manning, foi solta nesta quinta feira, 12 de março, da prisão federal de Alexandria, no estado norte americano de Virgínia, onde cumpria sentença por se recusar a colaborar com a justiça norte americana no processo movido pelos Estados Unidos contra o fundador do WikiLeaks, Julian Assange.

A soltura foi determinada após uma tentativa de suicídio que levou a ativista a ser hospitalizada. Manning já havia sido presa antes por ter divulgado documentos que comprovavam diversos crimes cometidos pelo governo americano, em especial crimes de guerra ocorridos no Iraque e no Afeganistão. A ativista chegou a ser libertada em 2017 por um indulto presidencial mas teve a prisão decretada novamente em março de 2019, além de ser condenada a pagar uma multa de US$250 mil.

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